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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quarta-feira, julho 03, 2013

A velha misteriosa > Estímulos literários,instrucionais > 03/07/13



A Velha Misteriosa


A Velha Misteriosa

No meio de muitos edifícios havia uma casa, onde morava uma velha misteriosa, sempre `as voltas com um caldeirão.
As crianças pensam que é uma bruxa.
Mas Tião Risonho não acredita nisso e resolve entrar na casa para conhecer a velha pessoalmente.
Qual o segredo da velha misteriosa?
Será perigosa?

Atividades
Atividade 1: Como eu imagino a casa misteriosa
Na roda de histórias você inicia a conversa:
– O que vocês acharam dessa história? Qual foi o trecho de que mais gostaram?
Incentive as crianças a fazer seus comentários com calma, a trocar as impressões que tiveram em  relação ao enredo.
Prossiga a conversa, organizando a exposição de cada criança que queira falar:
– Vocês conhecem ou já viram alguma casa meio misteriosa, que tenha chamado sua atenção?
– Onde a casa fica? Como é a fachada?
– Você já viu alguém entrar na casa? Como era a pessoa?
(Exemplo de uma narrativa que pode ser criada: “Perto da minha rua tem uma casa com anões de pedra no jardim. Ela parece um chalé de boneca. Lá mora um casal de velhinhos. O velho se parece com um dos anões ... “.)
Em seguida, estabeleça uma ligação entre os depoimentos das crianças e a descrição da casa da história feita pela autora.
 Releia as características da casa para todos:
... havia uma casa velha, com um jardinzinho, umas árvores, uma grade toda enfeitada, uma porção de mato crescendo pelo quintal.
Mostre como a escritora cria um clima misterioso; o leitor fica até com vontade de conhecer o lugar.
Distribua para as crianças folhas de sulfite ou cartolinas e gizes de cera.
 Leia novamente a descrição, enquanto elas desenham a casa da Velha Misteriosa.
Quando todos tiverem terminado, cada um apresenta seu desenho para a turma.
Aproveite para mostrar que não há dois desenhos idênticos. Alguns podem atéser parecidos, mas não são iguais.
Isso acontece porque ninguém lê ou ouve uma história de um jeito igual ao de outra pessoa.
Coloque todos os desenhos da casa misteriosa em volta do Baú de histórias.


Atividade 2: O livro de receitas da tia Dolinha
Nesta atividade, vamos incentivar dois aspectos fundamentais do desenvolvimento cognitivo da criança: o real e o imaginário.
Durante a brincadeira faremos um elo entre a linguagem informativa (as receitas de doces) e o jogo dramático (a oficina de doces da tia Dolinha).
Materiais necessários
Aluno:
• 1 receita qualquer de doce
• 1 pote de plástico
• 1 etiqueta grande
• 1 canetinha hidrocor escura e fina
• 1/2 folha de papel celofane
• 1/2 folha de papel crepom
Obs.: Como o papel celofane e o papel crepom serão usados para fazer doce “de mentirinha”, sugira que os alunos escolham cores como: amarelo para o quindim, laranja para o doce de abóbora, verde para figada, marrom para brigadeiro etc.
Na roda de histórias, você propõe:
— Vamos brincar de “Oficina de doces da tia Dolinha”?
Primeiro, leia com as crianças a receita que cada um trouxe e monte com elas o livro de receitas.
Depois faça os doces de papel.
O livro de receitas
Cada um mostra e lê a receita que trouxe de casa.
Pergunte como a criança conseguiu a receita: com alguém da família, em algum caderno ou livro etc.
Observe com a turma se há receitas iguais, se há jeitos diferentes de fazer um mesmo doce etc.
Mostre que as instruções são muito importantes.
Quem estiver seguindo a receita tem que ler muito bem o texto, não errar as medidas nem as quantidades, para que o doce “dê certo”.
Cada criança cola sua receita em uma folha de sulfite.
 Depois, todas as folhas devem ser reunidas num livro e os alunos podem criar uma capa para o livro de receitas da tia Dolinha.
Brincando de fazer doce
Divida o grupo, organizando quatro ou cinco crianças em cada equipe.
Todas devem picar os papéis celofane e crepom para fazer os doces, seguindo as receitas do livro.
Os demais ingredientes podem ser de fazdeconta ou massinha de modelar.
Proponha às crianças:
— Vamos colocar os “doces” dentro dos potes?
Depois, peça para cada criançaque cole a etiqueta em seu pote e escreva o nome do doce que criou.
Exemplo:
Professor(a): Guarde os potes na classe caso deseje desenvolver a próxima atividade, “A loja de doces da tia Dolinha”.


Atividade 3: A loja de doces da tia Dolinha
Materiais necessários
Professor:
• 1 caneta-pincel escura e grossa
• 3 cartolinas
• 4 caixas médias (descartadas em supermercados)
• 2 rolos de papel crepom de qualquer cor
• fita crepe
Aluno:
• 5 ou 6 pedrinhas ou tampinhas de garrafa
Converse na roda de histórias:
— Tião descobriu que tia Dolinha fazia doces sozinha o dia todo e depois levava as encomendas para os clientes. Aí, o que Tião resolveu fazer?
(Ele chamou todo mundo para ajudar tia Dolinha: para provar os doces, carregar as sacolas e entregar as
encomendas.)
— Vamos escolher um “cantinho” da classe para ser nossa lojinha.
Pegue os potes com os “doces” que eles fizeram na atividade anterior.
Distribua as caixas desupermercado com as bocas viradas para baixo.
Forre as partes de cima com papel crepom.
Escreva em uma das cartolinas: “Lojinha de doces da tia Dolinha”.
Pregue a cartolina na parede com a fita crepe.
Algumas crianças serão os fregueses, outras, os ajudantes da tia Dolinha Combine o preço de cada pote de doce: 3 pedrinhas, 2 pedrinhas etc.

Atividade 4: Histórias de antigamente
Esta atividade estabelece um elo entre histórias e memórias do cotidiano.
Releia para a turma os dois últimos parágrafos do livro:
E todo mundo se reúne em volta da tia Dolinha, para ouvir velhas canções ou histórias bem compridas com
fadas, gênios, princesas encantadas, gigantes e dragões.
Histórias de antigamente que ninguém sabe contar tão bem como os velhos.
Experimente só.
 Peça a um deles para contar umaProponha às crianças que entrevistem, por escrito, uma pessoa mais velha da família. Quem puder traz uma foto do entrevistado.
Outra opção é entrevistar a pessoa mais velha da escola.
Sugestões de perguntas para a entrevista:
• Você se lembra de alguma história que ouvia quando era criança?
• Quem contou essa história para você?
• Você conhece algum conto de fadas ou alguma história folclórica?
Entregue a cada criança uma ficha de perguntas com espaços para respostas.
Deixe um campo para que ela preencha com o nome e a profissão do entrevistado, e também um espaço para que escreva os trechos mais interessantes da história que o entrevistado narrou.
Se for possível, combine com antecedência: um dos entrevistados pode vir à roda contar histórias
para as crianças.
Na roda de histórias, mostre as fotos, nome e profissão das pessoas mais velhas que foram entrevistadas.
Apresente as entrevistas e faça algumas perguntas:
Vocês se lembraram de histórias semelhantes? Conhecem alguma das histórias de que os entrevistados se lembraram? (Por exemplo: “Chapeuzinho Vermelho”, “O jabuti e a onça” etc.)
Aproveite essa oportunidade para mostrar que as histórias de fadas e os contos populares são transmitidos de uma geração a outra, por meio da narrativa oral ou da leitura.
Por isso, é comum conhecermos histórias que nossos avós também conhecem.
Algumas crianças poderão ler os trechos mais interessantes das histórias que anotaram.
Sugestão: organize um rodízio, distribuindo a leitura em vários dias.
Monte com os alunos o “Mural das histórias de antigamente”: pregue uma folha de papel kraft na parede.
Podem ser colocadas as fotos das pessoas que foram entrevistadas, bem como podem ser escritos os
trechos mais interessantes das entrevistas e das histórias.

Atividade 5: Criação e produção de uma redação
Antes de a turma se sentar na roda de histórias, coloque um guarda-chuva preto aberto no meio da roda. Dentro do guarda-chuva, nas varetas, pregue as várias histórias que eles anotaram durante a entrevista.
Ao lado do guarda-chuva, coloque uma sacola com os potes de doce da dona Dolinha.
Na roda de histórias, converse com as crianças:12
— Na história, a Velha Misteriosa sempre carregava sacolas. Uma sacola, na realidade, é um objeto simples.
Mas na literatura o que é comum muitas vezes se torna intrigante, dependendo do “clima” que o autor cria. Nessa história, as crianças ficavam curiosas, desejavam saber o que havia dentro das sacolas...
Vamos, a partir de um objeto comum, criar algo misterioso.
Por exemplo: um guarda-chuva. (É apenas uma sugestão, o objeto pode ser outro.)
A história pode ser “O velho que carregava histórias dentro do guarda-chuva”.
 Você poderá fazer algumas perguntas para ajudar as crianças no desenvolvimento da história:
— Qual era o nome do velho?
— Onde o velho morava?
— Como era a casa dele? Ele morava com alguém?
— Como era o dia a dia do velho? Ele sempre andava com um guarda-chuva?
— Como ele recolhia as histórias das pessoas?
— Durante a noite, o que ele fazia com as histórias que tinha ouvido durante o dia?
— Quando chovia, o que acontecia?
Poderá, também, sugerir um início para a história:
“Um dia, o velho foi até a casa da tia Dolinha encomendar uns doces e esqueceu o guarda-chuva lá. Aí...”.
Cada criança, por escrito, continua a história e depois apresenta o texto para o grupo.  








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