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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quinta-feira, junho 28, 2012

O que é o amor?>História de amor> Sentimentos e sensibilidades sobre o tema> Fábula> 28/06/12




Coleção Pequenas Lições
Editora Soler
Veja o livro ilustrado aqui

O que é o amor?
Numa sala de aula haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:
- Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera.

Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
- Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, porque você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração e não em nada físico".
Nós , homens e mulheres somos como aquelas crianças temos que levar vantagem em tudo , não importa a dor que ou a quem causamos , sejam nos negócios , no super mercado , com um vizinho , no trânsito ,
buscamos sempre a nota máxima da esperteza e da .... "EU FIZ , EU ACONTECI , EU , EU , EU...." .
Lembre-se que Deus lhe deu o mais puro dos sentimentos e o mais nobre de todos os dons , tire a nota máxima na escola da vida , aos olhos dEle . Jesus um dia falou ... "em verdade vos digo que quem não receber o reino de Deus como criança , de maneira nenhuma entrará nele" (Mc 10:15)


Valores determinam nossas decisões e posturas em relação à vida

"Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais."
Charles Chaplin

A expressão visual: lendo “História de Amor”,
de Regina Coeli Rennó
Livro
AQUI

O que o aluno poderá aprender com esta aula
■analisar a obra “História de Amor”;
■interpretar as imagens da obra.
■produzir, de maneira coesa e coerente, texto semelhante à obra analisada.

Duração das atividades
04 aulas de 50 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
■Os alunos deverão ter conhecimento em estrutura da narrativa: personagens, espaço, tempo, enredo, narrador.
Estratégias e recursos da aula
ATIVIDADE 1
Inicialmente, o professor deverá organizar a sala em um grande círculo.
Feito isso, ele deverá dizer aos alunos que eles farão a leitura de um livro chamado "História de amor".
Em seguida, ele deverá projetar todo o livro para que os alunos leiam:
Professor, você encontrará o livro completo no seguinte endereço:


http://www.bookess.com/read/2961-historia-de-amor / .

Basta digitar "História de Amor" no campo "Faça uma busca":
O professor deverá mostrar slide por slide das imagens sem dizer nada.
Ao final os alunos estranharão o fato de não ter palavras no texto.
O professor então deverá dizer que é possível fazer a leitura do livro pelas imagens.
Ele deverá organizar os alunos em duplas.
Cada dupla deverá escrever, de maneira resumida, o que é mostrado em cada uma das imagens. Para fazer a correção, o professor mostrará as imagens novamente e solicitará as duplas que leiam o que escreveram.
Assim, o professor construirá uma história coletiva com toda a classe.

ATIVIDADE 2
O professor deverá mostrar aos alunos o vídeo  do livro "História de Amor".
AQUI ou   AQUI
Depois de assistirem ao vídeo, o professor fará uma análise mais profunda da história por meio de perguntas que serão sorteadas entre os alunos.
O professor poderá colocá-las em uma caixinha que será passada entre a turma.
Uma música será colocada e o professor a pausará em algum momento.
O/a aluno/a que estiver com a caixinha em mãos retira uma pergunta e a responde.
Sugestões de perguntas:
1.Podemos afirmar que, no início da história, os dois lápis estavam felizes e apaixonados.
Dê exemplos que justifiquem essa afirmação.
2.Quais cores são utilizadas no momento inicial da história?
3.Quem são as personagens principais da história? É possível supor o sexo delas? Justifique.
4.Em um momento da história uma nova personagem aparece. Quem é ela?
5.O que o aparecimento dessa nova personagem significa para a história?
6.Podemos afirmar que no desenrolar da história a personagem lápis vermelho vive momentos difíceis. Como isso é mostrado durante a narrativa?
7.Depois de sair com o lápis amarelo, o lápis azul retorna para casa. Como ele se sente?
8.Em sua opinião por que o lápis vermelho sentiu-se abandonado?
9.Para você, qual é o significado da última ilustração que mostra o mar azul e vermelho?
10.Justifique o título da história.
ATIVIDADE 3
Nesta atividade, os alunos escreverão uma outra versão para a história.
Para isso, é importante que o professor relembre a história com a turma.
Ele deverá mostrar aos alunos a seguinte imagem do livro:
Em duplas os alunos deverão dar continuidade a história (diferente da original) a partir do momento em que o lápis amarelo aparece.
Eles deverão fazer cinco desenhos até finalizar a história.
Os desenhos poderão compor um livro e ficar na biblioteca da escola.
Avaliação
Os alunos serão avaliados de acordo com a participação durante as atividades.
É importante observar a coerência nas produções textuais e o desenvolvimento da história produzida (situação inicial, conflito, desfecho)
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=27320  

Mais atividades
AQUI

Fábula:O leão apaixonado

Um Leão pediu a filha de um lenhador em casamento.
O pai, contrariado por não poder negar, já que o temia, viu também na ocasião, um excelente modo de livrar-se de vez daquele incômodo.
Ele disse que concordaria em tê-lo como genro, mas com uma condição;
Este deveria deixar-lhe arrancar suas unhas e dentes, pois sua filha tinha muito medo dessas coisas.
Feliz da vida o Leão concordou.
Feito isso, ele tornou a fazer seu pedido, mas o lenhador, que já não mais o temia, pegou um cajado e expulsou-o de sua casa.
Assim, vencido, ele retornou à floresta.
Autor: Esopo
Moral da História:
I) O amor é capaz de amansar a mais selvagem criatura.
II) Todos os problemas, quando examinados de perto, acabam por revelar sua solução.

Moral da história para sua vida prática
Para resolver um problema, primeiramente, busque a maior quantidade possível de informações para ter certeza do que está acontecendo e, só então, o enfrente, de forma conveniente.
Nunca confie demais, principalmente se tiver de deixar suas convicções e defesas próprias em segundo plano.
Analise bem a situação antes, para que você não se arrependa depois.
Seja flexível, mas com um pouco de cuidado e quando for realmente possível agir assim.
Analise adequadamente os fatos para não se deixar prejudicar em virtude de sua flexibilidade

http://sitededicas.ne10.uol.com.br/fabula25a.htm

Análise da fábula

A fábula "O leão apaixonado" utiliza-se da figura do leão para apresentar as consequências de um amor impossível.
Quando alguém deixa de lado seu lado racional ao apaixonar-se, entregando-se. Além de perder sua identidade, torna-se submisso.
Organização geral (construção composicional)
Tempo e espaço não definidos;
Narrativa curta, apresenta os elementos básicos da narrativa;
Título chamativo .
Encerra em si uma linguagem simples, pois dirige-se ao povo;
Personagens são animais que apresentam comportamento humano;
Apesar de tratar-se de uma narrativa é perpassada por certa argumentatividade;
Situação problemática, um acontecimento com uma situação de conflito.
Narrado em 3ª pessoa.
Marcas lingüístico-enunciativas
Nas fábulas de Esopo a indicação de tempo e espaço é vaga e imprecisa para que o ensinamento proposto torne-se atemporal e universal:
Certa vez; depois.
A fábula "O leão apaixonado" é uma narrativa curta com o predomínio do discurso indireto.
O discurso direto aparece apenas na fala do lenhador que após falar ao leão que não o queria como genro, percebeu "o perigo" e simulando respeito e obediência "meu senhor" finge que concorda com o casamento e impõe algumas condições "se o senhor quer casar com minha filha, vai ter que arrancar os dentes e cortar as garras."
A adjetivação tem papel fundamental para a construção de sentido do texto, pois além de caracterizar os personagens, determinam o conflito e o desfecho da narrativa.
Nas construções marido perigoso, garras compridas, leão apaixonado, leão manso e desarmado percebe-se as mudanças ocorridas, ao apaixonar-se passa de um extremo a outro: de perigoso a manso (inofensivo).
E o lenhador, da condição de inferior, porém "esperto" e conhecedor da fraqueza do leão, passa a dominar a situação "pegou um pau e tocou o leão para fora de sua casa."
O substantivo dentões traz implícito o adjetivo "grandes", sugere que são "muito grandes", escolha lexical que enfatiza a superioridade.
Segundo Brandão, o mundo narrado é marcado pelo pretérito perfeito denotando um distanciamento do narrador em relação ao que é contado apaixonou, irritou, fingiu, voltou, pediu, tocou.
O mundo comentado indica uma relação de proximidade com o que se diz e é marcado no texto pelo verbos no presente É - tem e pelo discurso direto.
O operadores argumentativos estabelecem relações de sentidos imprescindíveis à compreensão do texto. No trecho "... disse ao leão que era muita honra, mas muito obrigado, não queria.", a conjunção mas introduz uma idéia de contradição em relação à oração anterior e usado com o verbo no pret. Imperfeito, o efeito de sentido obtido foi o de recusar polidamente o pedido do leão, visto que o lenhador dirigia-se a um ser que naquele momento lhe oferecia perigo.
Em "mas que dentões o senhor tem!" o mas é utilizado para dar ênfase , realçar.
A mesma conjunção mas aparece novamente em "Mas o lenhador, que já não sentia medo daquele leão manso e desarmado, pegou um pau..." apresentando também idéia de oposição, porém de maneira implícita, pois refere-se à reação que o lenhador teve diante de um ser manso e desarmado, relacionando essa idéia de contradição ao período anterior.
O operador argumentativo se na oração "se o senhor quer casar com minha filha", estabelece uma condição que é o fator determinante do conflito da narrativa.
E, para convencer o leão da necessidade "de arrancar os dentes e cortar as garras", argumenta: "Qualquer moça ia ficar com medo."
No início da fábula, a presença dos artigos indefinidos em um leão- um lenhador dá idéia de " qualquer um , desconhecido". Porém logo na seqüência faz uso do artigo definido o para referir-se aos mesmos personagens, identificando- os como aqueles já mencionados e não outros.
As fábulas são textos figurativos em que as personagens (animais) representam tipos humanos da sociedade.
É utilizada a linguagem conotativa com a presença de figuras de linguagem (pedir a mão dela em casamento) como sugere o próprio título, a personificação do leão com uma característica humana leão apaixonado.

Abordagem em sala de aula

É necessário que o professor utilize estratégias apropriadas antes da leitura como: ativar o conhecimento prévio do aluno, estabelecer previsões sobre o texto, promover as perguntas dos alunos sobre o texto, tornando o trabalho de leitura significativo.
É importante também que se proceda à discussão sobre os elementos lingüísticos presentes no texto e suas funções no estabelecimento de sentido do mesmo.
Após a compreensão da função dos elementos lingüísticos, é necessário que ocorra uma discussão sobre o entendimento da temática da fábula, levantando questões com base nas reflexões realizadas.
A abordagem aqui proposta apresenta-se como sugestão de trabalho a ser adaptado, reformulado, ampliado, enfim redimensionado, de acordo com a situação de uso.
As sugestões de atividades, procuram integrar as práticas pedagógicas de leitura, de análise lingüística e de produção textual, englobam aspectos referentes à produção; ao tema; ao arranjo composicional e às marcas de linguagem.
O professor deve se aprofundar no gênero discursivo em foco, na sala de aula, propiciando aos alunos o contato com várias fábulas para que eles possam perceber as características e recorrências do gênero, caracterizando o trabalho como uma seqüência didática chegando à produção textual.


Questões sobre o texto

1. Antes de ler a fábula, o que o título "O leão apaixonado " sugere?

2. Qual a situação conflito apresentada pelo autor?

3. Quando contamos oralmente para alguém um fato que aconteceu utilizamos,geralmente, o discurso indireto. Só usamos o discurso direto quando queremos enfatizar a fala da personagem.Qual é o estilo usado por Esopo na fábula lida?
De quem é a voz apresentada no discurso direto?

4. Na fábula, as expressões que indicam tempo e lugar são vagas e imprecisas para que o ensinamento sirva para qualquer época.
Quais as expressões que indicam tempo e lugar no texto?

5. Que tipo de relação existe na frase abaixo, na palavra grifada:
"... disse ao leão que era muita honra, mas muito obrigado, não queria."
( ) adição de idéias
( ) contradição

6. Qual é o sentido das palavras em destaque:
" Se o senhor quer casar com minha filha, vai ter que arrancar os dentes e cortar as garras."

7. "Qualquer moça" - a palavra qualquer tem uma função na frase. Qual?

8. A locução verbal "vai ter" estabelece:
( ) uma possibilidade
( ) uma ordem
( ) uma condição

9. O que o aumentativo "dentões" sugere?

10. "leão manso e desarmado" - são características próprias do leão? Por que ele estava assim?

11. O que aconteceria se o leão não concordasse com as condições impostas pelo pai da moça? Por que ele concordou sem questionar?

12. Qual figura de linguagem aparece na expressão "foi pedir a mão dela em casamento."

13. O que representa o pronome de tratamento "senhor" na fala do lenhador?

14. Que sentido tem o verbo "correndo" em "foi correndo fazer o que o outro tinha mandado..."

15. Por que no primeiro período da fábula os personagens aparecem precedidos por um artigo indefinido (um) "um leão e um lenhador" e no 2° período, são apresentados pelo artigo definido o "o leão" , "o lenhador"

16. Qual é o efeito de sentido que tem o pronome demonstrativo "daquele" no último período do texto?

17. "Mas o lenhador, que já não sentia medo daquele leão manso e desarmado, pegou um pau e tocou o leão para fora de sua casa."
Se a oração que está entre vírgulas fosse retirada do texto, o sentido permaneceria o mesmo?
Por quê?

18. Comente a moral da fábula. Você concorda?

www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/610-2.pdf



Falando e sentindo o amor...
Leiturinhas românticas...




Coleção Nana Nenê
Uma história cada dia
Sonia Robatto



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