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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2016
7 ANOS DE LITERATURA INFANTIL

sábado, fevereiro 11, 2012

Literatura Infantil> Maria Bonita>Recomendo>Estímulos literários 12/02/12


Literatura infantil
Maria Bonita
Ducarmo Paes
Ilustrações Jefferson Galdino
Editora Noovha America


Maria Bonita, o que leva na mala?
Talvez sonhos, fantasia e caixinhas de alegria.
Ou seria uma grande mala cheinha de poesia?
Fala Maria
O que acontece quando uma "Maria Bonita" é desafiada a revelar quais - e quantos - itens carrega em sua mala?
Caberia um pouco de tudo no meio de tanta coisa?
Ou há algo tão oculto e raro que nem mesmo ela possui para levar consigo?
Viaje pelo criativo texto em "lenga-lenga" de Ducarmo Paes, ilustrado pelos divertidos desenhos de Jefferson Galdino, e descubra você mesmo o conteúdo dessa "misteriosa" bagagem.

_Maria Bonita, o que leva na mala?
_De tudo um pouco
E um pouco de nada!
_Maria Bonita diz tudo que tem,
E um pouco de nada
Não diz pra ninguém.
Maria Bonita
O que leva na mala?
_Uma saia de pregas
E uma blusa rendada.
Eu te juro! Eu te juro
Não levo mais nada.




Contos acumulativos ou  a parlenda longa

Também denominados "lengalenga", são contos nos quais as sequências narrativas se repetem e se encadeiam com acréscimos e recorrências de alguns elementos, sempre na mesma ordem, até o fim. Por isso são conhecidos como "contos de nunca mais acabar".
Eles têm característica de uma longa parlenda, contada e recontada para divertir as crianças. Além disso, desenvolve, nas crianças, a oralidade e as aproxima da leitura.
Câmara Cascudo registra apenas dois contos cumulativos: O Menino e a Avó Gulosa e O Macaco Perdeu a Banana.
Todavia, os pesquisadores da UFBA recolheram muitas versões.
Pesquisadores outros encontraram 61 versões de contos desse gênero.
No Brasil, os contos acumulativos são, na maioria, oriundos de Portugal.
Os elementos locais são apenas acréscimos.



Leitura de contos acumulativos

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
- Observar que os elementos são acrescentados o tempo todo da narrativa.
- Identificar a ação ou o problema desencadeador de mudanças na história.
- Desenvolver habilidade de leitura coletiva com coro falado e encenação.
Duração das atividades
2 aulas de 60 minutos
Estratégias e recursos da aula
Inicie a atividade conversando com a turma sobre o conto O macaco e o rabo.
Diga que se trata de um conto acumulativo, também conhecido como lengalenga.
Pergunte se conhecem algum conto deste tipo ou se já ouviram falar em lengalenga.
Ouça as resposta apresentadas pelos alunos e anote no quadro para depois comparar com as descobertas feitas durante a aula.
Faça uma leitura oral para turma e depois uma leitura dramatizada, onde cada aluno fará a leitura da fala de uma personagem ou do narrador.
Em seguida, comece o exercício de interpretação do conto.

O MACACO E O RABO

Um macaco uma vez pensou em fazer fortuna. Para isso foi-se colocar por onde tinha de passar um carreiro com seu carro. O macaco estendeu o rabo pela estrada por onde deviam passar as rodeiras do carro. O carreiro, vendo isso, disse:
- Macaco, tira teu rabo do caminho, eu quero passar.
– Não tiro, - respondeu o macaco.
O carreiro tangeu os bois, e o carro passou por cima do rabo do macaco, e cortou-o fora.
O macaco, então, fez um barulho muito grande:
- Eu quero meu rabo, ou então dê-me uma navalha…
O carreiro lhe deu uma navalha, e o macaco saiu muito alegre a gritar:
- Perdi meu rabo! Ganhei uma navalha!… Tinglin, tingilin, que vou para Angola!…
Seguiu. Chegando adiante, encontrou um negro velho, fazendo cestas e cortando os cipós com o dente. O macaco:
- Oh, amigo velho, coitado de você! Ora, está cortando os cipós com o dente… tome esta navalha.
O negro aceitou, e quando foi partir um cipó, quebrou-se a navalha. O macaco abriu a boca no mundo e pôs-se a gritar:
- Eu quero minha navalha, ou então me dê um cesto! O negro velho lhe deu um cesto e ele saiu muito contente gritando:
- Perdi meu rabo, ganhei uma navalha, perdi minha navalha, ganhei um cesto… Tinglin, tinglin, que vou pra Angola!
Seguiu. Chegando adiante, encontrou uma mulher fazendo pão e botando na saia.
– Ora, minha sinhá, fazendo pão e botando na saia! Aqui está um cesto.
A mulher aceitou, e, quando foi botando os pães dentro, caiu o fundo do cesto. O macaco abriu a boca no mundo e pôs-se a gritar:
- Eu quero o meu cesto, quero o meu cesto, senão me dê um pão!
A mulher deu-lhe o pão, e ele saiu muito contente a dizer:
- Perdi meu rabo, ganhei uma navalha, perdi minha navalha, ganhei um cesto, perdi meu cesto, ganhei um pão… Tinglin, tinglin, que vou pra Angola!
E foi comendo o pão.


1- A história começa contando sobre o Macaco que queria fazer fortuna. Escreva o que você imagina ser fazer fortuna.

2- Esse macaco, ao longo do conto, faz várias trocas.
- O que aconteceu para que ele começasse essas trocas?
- Você acha que esse era um bom motivo para trocar o rabo? Por quê?
- Um motivo tão estranho como esse para trocar o rabo deu origem a que tipo de conto? De mistério, triste, engraçado?

3- Que coisas foram trocadas durante a história?
- Escreva em cada coluna o motivo da troca de cada objeto e por qual objeto ele foi trocado.
MOTIVO
TROCADO POR
RABO
NAVALHA
CESTO
PÃO
- Quando a história termina com o macaco trocando o cesto pelo pão, o que você imagina que vai acontecer?

4- O que você achou do conto O macaco e o rabo?
Uma sugestão para o desenvolvimento dessa atividade é propô-la como atividade em dupla e corrigi-la coletivamente.
Professor, escreva um texto sobre as descobertas feitas com o exercício e compare com a ideia inicial que tinham sobre conto acumulativo ou lengalenga.
O conto acumulativo, também chamado de lengalenga, que se caracteriza pelo encadeamento sucessivo de uma mesma sequência de falas ou de ações. A cada repetição, junta-se mais um elemento, resultando, ao final uma longa enumeração.
Por último, peça aos alunos para criarem outra história utilizando as descobertas feitas durante a atividade.
Ex: Imagine que o macaco encontrou o seu rabo na estrada, mas não conseguiu colocá-lo de volta ao seu corpo. Ele ficou muito bravo e resolveu trocá-lo novamente.
Escreva essa outra história.
Seria interessante promover a hora do conto, onde os alunos poderiam ler suas criações ou outros contos acumulativos para o restante da turma.

Recursos Complementares

A história da pimenta

Outra versão de O macaco e o rabo

Chico pena azul

Avaliação
Avalie durante a realização das atividades:.
- Se o aluno expressou sua opinião e ideias com clareza sem fugir do tema abordado.
- Se o aluno ouviu os colegas e fez comentários sobre o que foi dito.
-Se o aluno participou da atividade de leitura oral e dramatizada ativamente ou precisou ser estimulando constantemente.
- Se o aluno leu com entonação e boa fluência.
- Se o aluno deu respostas escritas coesas e coerentes.
- Se o aluno escreveu um conto acumulativo utilizando os elementos próprios desta estrutura de narrativa (problema, a sequência de trocas e o final com uma longa enumeração).




A formiguinha e a neve

Numa certa manhã de inverno uma formiga saía para o seu trabalho diário. Já ia longe procurar comida quando um floco de neve caiu, prendendo o seu pézinho. Aflita, vendo que ali poderia morrer de fome e frio, a formiga olhou para o Sol e pediu:
- Sol, tu que és tão forte, derreta a neve e desprenda o meu pézinho?
E o Sol, indiferente, respondeu:
- Mais forte que eu é o muro que me tampa.
Então a pobre formiguinha disse:
- Muro, tu que és tão forte, que tampa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pezinho?
E o muro rapidamente respondeu:
- Mais forte que eu é o rato, que me rói.
A formiga, quase sem fôlego, perguntou:
- Rato, tu que és tão forte, que rói o muro, que tampa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pézinho?
E o rato falou bem rápido:
- Mais forte que eu é o gato que me come.
A formiga então perguntou ao gato:
- Tu que és tão forte, que come o rato, que rói o muro, que tampa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pézinho?
O gato responde sem demora:
- Mais forte que eu é o cachorro, que me persegue.
A formiguinha estava cansada e, mesmo assim, perguntou ao cachorro:
- Tu que és tão forte, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tampa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pézinho?
- Mais forte que eu é o homem, que me bate.
Pobre formiga! Quase sem força, perguntou ao homem:
- Tu que és tão forte, que bate no cachorro, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tampa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pézinho?
O homem olhou para a formiga e respondeu:
- Mais forte que eu é Deus, que tudo pode.
A formiga olhou para o céu e perguntou a Deus:
- Tu que és tão forte que tudo pode, desprenda o meu pézinho?
E Deus, que ouve todas as preces pediu à primavera que chegasse com seu carro dourado triunfal enchendo de flores os campos e de luz os caminhos, e vendo que a formiga estava quase morrendo, levou-a para um lugar onde não há inverno e nem verão e onde as flores permanecem para sempre.

 
No blog da Edma tem muito mais, é só acessar seu link.
 




Link para essa postagem


3 comentários:

  1. Muito bom...já mandei o link para autora Ducarmo Paes...Quanta leitura divertida temos ao nosso alcance não é? Espero tanto que este encantamento envolva uma nova geração de leitores (pra valer kkk).
    Bjs NÊ

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  2. Quanta coisa boa! Queria eu enquanto estava em sala de aula ter tido tantas oportunidades como se tem hoje em dia, Hoje tento levar o melhor para as crianças na função de auxiliar de biblioteca. Aqui encontrei muitas coisas RIQUÍSSIMAS Parabéns TEREZINHA

    ResponderExcluir
  3. Obrigada Terezinha por prestigiar minhas sugestões. Faça propaganda do linguagem na sua escola.

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