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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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segunda-feira, outubro 08, 2012

Que cor é minha cor? Literatura afro-brasileira>Atividades Olhos de dentro> 08/10/12



"E nesta roda de muitos marrons, estou eu, você...
...toda gente brasileira: soma de muitas raças, muitas cores.
Todas estas cores juntas, nos deram de presente,
estas muitas outras cores.
Misturas de muitas raças, povo brasileiro.

A cor da cultura
“ As crianças são muito mais abertas para a diversidade cultural do que os próprios adultos.
Elas conseguem aceitar o outro da forma como ele é.
Com isso eles e nós aprenderemos com as diferenças dos povos e suas culturas. “
África de todos nós – Conhecendo um pouco da história
ÁFRICA E BRASIL:
CONHENCENDO ONTEM, TRABALHANDO HOJE E CONSTRUINDO O AMANHÃ...
Infelizmente, a imagem que se tem da África e de seus descendentes não está relacionada com produção intelectual nem com tecnologia.
Ela descamba para moleques famintos e famílias miseráveis, povos doentes e em guerra ou paisagens de safáreis e mulheres de cangas coloridas.
“Essas idéias distorcidas desqualificam a cultura negra e acentuam o preconceito, do qual 45% da população brasileira acaba sendo vítima”.
Mostrar o mapa-múndi e a localização da África. Logo após conversar com os alunos sobre:
• A miscigenação
• A chegada dos africanos em nosso país
• A escravização dos povos africanos
• A influência desse povo na nossa cultura


Vamos Cozinhar?
Dois aspectos podem ser observados em relação à influência africana na culinária brasileira: o modo de prepara e temperar os alimentos e a introdução de ingredientes na culinária do nosso país.
Atividade
O professor fará junto com os alunos um bolo africano na cozinha da escola.
Bolo Africano
1 colher (sopa) rasa de noz moscada
1 colher (sopa) rasa de canela
1 colher (sopa) de fermento
2 colheres (sopa) bem cheias de manteiga
½ xícara de cidra cristalizada em pedacinhos
½ xícara de nozes
½ xícara de passas
½ xícara de ameixas
2 xícara cheias de açúcar
400 gramas de farinha de trigo
3 ovos
Modo de preparo
Bater muito bem a manteiga com o açúcar. Juntar os ovos bem batidos, mexendo bem a mistura. Acrescentar as frutas, os ingredientes secos misturando bem. Forma bem untada e forno regular. Enfeitar com nozes e pedacinhos de frutas cristalizadas.


Afinidades
Olhos de dentro

Nascemos com a capacidade de VER e sentir o mundo ao nosso redor.
Mas como descrevemos e interpretamos as coisas que vemos?
Como vamos, à medida que crescemos, estabelecendo uma relação de identidade.
Vamos refletir sobre o quanto de beleza deixamos de ver quando usamos apenas os "olhos de fora".
Com os "olhos de dentro", vemos o mundo e as pessoas de forma mais completa e passamos a descrevê-las retratando suas características sob nosso ponto de vista, revelando, através de nossa descrição, a carga de conceitos e  preconceitos que temos das coisas e das pessoas. ou não, com os seres que nos rodeiam."

Atividades
1)Para Refletir
1. Como você imagina que seja olhar com os olhos de dentro?
2. Alguma vez você já olhou com os olhos de dentro? O que você sentiu?
Enquanto pequenos, vemos as coisas de uma maneira pura, livre das  interpretações que mais tarde vamos aprender com os adultos.
À medida que crescemos, vamos adquirindo novas maneiras de ver  e sentir o mundo.
É como se, com o passar dos anos, fôssemos nos  utilizando de óculos para ver o mundo e as pessoas.
Passamos então, a enxergar através de uma lente criada por nossos pais, amigos, pela mídia,  pela nossa religião ... enfim passamos a ver e a interpretar as coisas conforme os valores que recebemos em nossa educação.
Com os "olhos de  fora", que captam apenas as casca, o lado de fora das coisas, vemos, interpretamos e descrevemos o mundo de forma objetiva, já com os "olhos  de dentro" nossa interpretação tende a ser mais subjetiva, isto é, ela vai  revelar nossa opinião e nossos sentimentos sobre aquilo ou aquele que estamos descrevendo.

LEIA O CONTO "Afinidades: olhos de dentro" do Livro A Cor da Ternura, de Geni Guimarães. REPARE NAS SEGUINTES PASSAGENS DO CONTO:

AFINIDADES: OLHOS DE DENTRO
[.....]
Entendeu agora? Você é que nunca procurou saber direito dos olhos dos outros. Não é destes olhos que eu falo. É dos olhos de dentro.
- Entendi. Mas eu sempre pensei que as outras pessoas e bichos nem  soubessem desses olhos de que você fala. Eu, não é querendo ser sabida como os animais, sabia. Não falava por que... Ah, não dá pra contar agora. É uma história muito comprida. Bem, agora vou ligar pra você e pra ele. Mas ele não sabe brincar.
 E você, sabe? Brinca do quê?
Todo mundo sabe brincar. Até os grandes. Eu brinco de tanta coisa!
De ver, de falar com as crianças, de gargalhar com os olhos, você sabe do que eu falo.
- Sei. Nunca na vida pensei que você fosse tão sabida. Me ensinou num instantinho essas coisas de ver.
A aranhinha remexeu-se.
- A conversa está boa, mas preciso ir.
(...)
O Zezinho chorou no quarto ao lado. Olhei para minha amiga, meio indecisa, mas ela, sabida, ajudou-me.
- Vai lá. Gostar...
Saí correndo.
Ele estava pelado, esperneando. Segurei suas mãozinhas e agasalhei- as entre as minhas. Silenciou, ficou na mudez absorvendo meu afago.
- Eu pensei que você não ligasse pra mim. Deus me perdoe, mas eu até achava que você era cego por dentro. Desculpe. Sempre fui meio besta mesmo. Mas, daqui por diante, nem vou ficar triste se os grandes não tiverem tempo. Vou sempre falar com você ou com minha aranhinha, se você estiver dormindo.
Se você também precisar dela, está às ordens.
 O Zezinho abriu a boca, engoliu minha oferta e estalou os lábios diante do gosto gostoso. Sorriu. Seu hálito veio impregnado de perfume de primeira vez.
Bom mesmo foi ter amigos. Não amigos de passos paralelos, com os quais eu só podia falar coisa pensada e repensada para não assustar.
Gostoso foi ter plenitude de voz e atitudes. Falar do que quisesse, ter a resposta para tudo e acreditar que tudo era possível, o mundo simples e aberto.
Um dia eu precisei saber quem teria feito o trinquinho da portinha da casinha da lua.
- Psssiu! - chamei. - Onde você se escondeu?
Minha aranhinha não respondeu, nem botou a cara nos vãos das telhas.
- Não gosto dessa brincadeira. Você sabe.
Nada.
- Vou contar até três: um, dois, três. Nem sinal. Apavorei-me.
Olhos arregalados, revirei todos os cantos do telhado. Não a encontrei.
Empurrei a porta e vi, achatada no batente, pequena, sem cara, sem pernas, seca, minha aranhinha. Só o corpinho estraçalhado grudado na madeira.
Estremeci. Quis pegá-la para tentar ao menos abrir-lhe os olhos de dentro, mas ao tocá-la, desfez-se em pó e uma rajada de vento espalhou-a por espaços desmedidos.
Comecei a chorar. Não bastava. A tristeza não saía. Quis me morrer, não pude. Me morrer eu ainda não sabia. Gritei:
- Zezinho! Zezinho!
Calei-me porque lembrei que ele não estava. Tinha ido com minha mãe emprestar não sei o que da dona Ernestina.
Saí do quarto e sentei-me na escada para esperá-lo e pedir socorro.
Mas, quando ele chegou, lembrei que não poderia dar a notícia assim de qualquer jeito. Criança é fraca, eu sabia.
Enquanto esperava o momento oportuno, uma dúvida terrível me assaltou.
- Zezinho, você acha que no céu tem comida de aranha?
(...)
- Chi... Não sei - respondeu ele sem me olhar.
(...)
Senti que seus olhos internos, como os olhos dos outros, olhavam agora para outra direção.
Vesgos, se desviaram do meu rumo e me deixavam, desde então, órfã de afinidade e crença. (...)
Quando eu perguntava de que cor era o céu, me respondiam o óbvio:
Bonito, grande, azul, etc. Não entendiam que eu queria saber do céu de dentro. Eu queria a polpa, que a casca era visível. Por isso foi que resolvi manter contato com as pessoas só em casos de extrema necessidade. (...)

ATIVIDADES:
1. "Deus me perdoe, mas eu até achava que você era cego por dentro" - como pode ser traduzida a expressão em negrito?
2. Qual a razão pela qual a menina passou a sentir-se órfã?
DESCRIÇÃO OBJETIVA E SUBJETIVA
DESCREVER é fazer a descrição de algo, de alguém, de algum lugar. É expor, contar minuciosamente (com detalhes) aquilo ou aquele que se vai descrever.
A DESCRIÇÃO OBJETIVA expõe as características (físicas) visíveis do objeto, lugar ou pessoa que está sendo descrita. Ex. A mulher era magra, tinha os cabelos curtos e usava uma saia florida com uma blusa preta.
A DESCRIÇÃO SUBJETIVA prende-se aos detalhes psicológicos que não são visíveis e que quase sempre caracterizam a opinião e os sentimentos de quem está descrevendo. Ex. A mulher era muito elegante, tinha lindos cabelos e um olhar penetrante.
3. NOS TRECHOS A SEGUIR, QUE TIPO DE DESCRIÇÃO ESTÃO SENDOFEITAS?
a) "Empurrei a porta e vi, achatada no batente, pequena, sem cara, sem pernas, seca, minha aranhinha. Só o corpinho estraçalhado grudado na madeira."
b) "Zezinho era um irmãozinho querido. Era companheiro e prestava atenção em tudo o que eu falava. Tinha sempre uma palavra amiga."
ATIVIDADE DE PRODUÇÃO DE TEXTO
Descreva nossa escola de duas formas:
• Na primeira faça uma DESCRIÇÃO OBJETIVA, isto é, descreva os aspectos físicos da escola.
• Em seguida, faça uma DESCRIÇÃO SUBJETIVA, ou seja, descreva sob o seu ponto de vista, as características da escola.
Feita essa atividade, creio que você entendeu a diferença entre ver com os olhos de fora e ver com os olhos de dentro.
Quando vemos o mundo apenas com os olhos de fora, vemos só o exterior e o caracterizamos de maneira superficial; já quando apreciamos o mundo e as pessoas com os olhos de dentro a tendência é descrevermos de maneira subjetiva revelando uma visão mais aprofundada porque traduz nosso ponto de vista, nossa opinião e nossas emoções sobre o que está sendo descrito.

2)CORES E DORES DO PRECONCEITO

"Só podia ser coisa de português!, "Chega aí, neguinho!", "Você tá pior do que judeu, mano?", "É negro, mas tem alma de branco", "A japa saiu sem entender nada".
Quem nunca ouviu frases como essas? Nem sempre quem as fala tem a intenção de ofender ou magoar, porém será que elas não ocultam algum tipo de preconceito?

SERVIÇO DE NEGRO
Um garoto negro termina um serviço que lhe havia sido solicitado e, orgulhosamente, garante ter feito "serviço de branco".
Várias moças respondem a anúncio para secretária; algumas perguntam se podem ser entrevistadas, "mesmo sendo negras".
Ser negro ou mulato e caminhar pela cidade é considerado "atitude suspeita" por muitos policiais.
Como dizia um conhecido - para meu horror e indiferença dos demais participantes da conversa: "Não tenho nada contra o negro ou nordestino, desde que saibam seu lugar".
E esse lugar, claro, é uma posição subalterna na sociedade.
Numa sociedade competitiva como a nossa o ato de etiquetar o outro como diferente e inferior tem por função definir-nos, por comparação, como superiores.
Atribuir características negativas aos que nos cercam significa ressaltar as nossas qualidades, reais ou imaginárias.
Quando passamos da idéia à ação, isto é, quando não apenas dizemos que o outro é inferior, mas agimos como se de fato ele o fosse, estamos discriminando as pessoas e os grupos por conta de uma característica que atribuímos a eles. [...]
Afirmações do tipo "os portugueses são burros", "os italianos são grossos", "os árabes, desonestos", "os judeus, sovinas", "os negros, inferiores", "os nordestinos, atrasados", e assim por diante, têm a função de contrapor o autor da afirmativa como a negação, o oposto das características atribuídas ao membro da minoria.
 Assim, o preconceituoso, não sendo português, considera-se inteligente; não sendo italiano, acredita-se fino; não sendo árabe, julga-se honesto; não sendo judeu, se crê generoso.
É convicto de sua superioridade racial, por não ser negro, e de sua superioridade cultural por não ser nordestino.
É importante notar que, a partir de uma generalização, o preconceito enquadra toda uma minoria. Assim, por exemplo, "todos" os negros seriam inferiores, não só alguns.
A inferioridade passaria a ser uma característica "racial" inerente a todos os negros.
[...] E o preconceito é tão forte que acaba assimilado pela própria vítima. É o caso do garoto que garantiu ter feito "serviço de branco".
Ou do imigrante que nega sua origem. Ou, ainda, da mulher que reconhece sua "inferioridade"[...]
ATIVIDADES:
1. O autor cita alguns exemplos de preconceito contra o negro. Esse preconceito parte exclusivamente dos brancos? Justifique sua resposta.
2. Por que o garoto e as moças que respondem ao anúncio agem de uma maneira preconceituosa com eles mesmos. Que situações da  história os levam a agir dessa forma?
3. Que outras classes de pessoas são vítimas de preconceitos?
4. Somos um povo miscigenado. Segundo o texto V, que você vai ler  logo abaixo, o brasileiro é uma mistura que deu certo. Por que  então há tanta rejeição entre as classes?


3)LEIA O POEMA:
MINHA COR NÃO É DE LUTO
• minha cor não é de luto
ela não é a cor da morte
• minha cor é a da vida
[...]
• minha não é a cor do pesar
não é a cor do penar
muito menos da maldade
é o sol que acorda no peito
é som que acolhe nas bordas
é de verdade
[...]
é herança de ancestral
é noite no corpo e sinal
espelho da fraternidade.
BARBOSA, Márcio, Cadernos Negros, são Paulo, Quilomhoje, p. 106
ATIVIDADES:
O poeta se utiliza de antônimos para compor seu poema. ANTÔNIMOS  são palavras que possuem significados contrários.
Ex. tristeza x alegria,  alto x baixo, etc.
1. Retire dois pares de antônimos do poema.
2. Pesquise 3 outros pares de antônimos.
3. Qual é a cor do luto? Por que essa cor representa a morte?
4. Complete o quadro com os dados que poeta afirma e nega sobre sua cor:
Minha cor é?
Minha cor não é:
4)Brasileiro; a mistura que deu certo.
O povo e a cultura brasileira são muito valorizados no exterior. Em geral, somos vistos como um povo cuja mistura étnica, cultural, lingüística, rítmica, religiosa, gastronômica, etc. resultou num celeiro riquíssimo de criatividade.
Veja quanta gente de fora veio fazer parte do povo brasileiro, entre 1820 e 1950:
• africanos: 4 milhões
• portugueses: 1,7 milhões
• italianos: 1,5 milhões
• espanhóis: 719 mil
• alemães: 295 mil
• japoneses: 243 mil
• ucranianos: 200 mil
• outros: 450 mil
Fonte: Marcelo Duarte. O guia dos curiosos
1. Com o auxílio do mapa-múndi, identifique o percurso feito pelos imigrantes para chegarem ao Brasil.
2. Pesquise palavras de origem africana, alemã, espanhola e árabe que ajudaram a formar o português do Brasil.
3. Pesquise na gastronomia brasileira, pratos de origem africana, italiana, japonesa e alemã e árabe.
4. Utilizando-se do texto acima, monte um gráfico da formação do povo brasileiro entre 1820 e 1950 Não se esqueça das legendas.

Vídeos sugeridos:
A VOZ DO CORAÇÃO, de Christophe Barratier;
MEU PÉ ESQUERDO, de Jim Sheridan;
MINHAS CEM CRIANÇAS, de Edwin Sherin;
O HOMEM SEM FACE, de Mel Gibson;
AMISTAD, de Steven Spielberg;
LILO E STICH, de Tony Craig







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