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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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terça-feira, janeiro 22, 2013

Loucos,malucos,pirados,birutas> Estímulos literários > Trabalhando com o jornal > 22/01/13


Loucos, malucos, pirados, birutas!
Autor: Cláudio Martins
Editora: Dimensão


Um dos grandes atrativos do livro Loucos, malucos, pirados, birutas!, é certamente as criativas ilustrações, e claro, a história. O interessante da obra é que o próprio Claúdio Martins é quem escreveu e ilustrou.
O conto, apesar de poucos páginas, apresenta o mundo loucamente divertido. Com uma escrita simples e gostosa de se ler, Martins nos apresenta a Casa Biruta – um lugar diferente onde habitam personagens hilários e tidos como pirados, mas que se mostram verdadeiros amantes da vida.
O doutor Aperta Parafuso Solto é quem cuida dessa casa; no alto de uma montanha, cercada por uma enorme muralha, e ainda reforçada com cerca elétrica, cacos de vidro e com portão à prova de tudo.
“Todos os domingos as pessoas iam visitar os doidos e levavam gulodices, distrações e muitos carinhos.” (pg. 4)
Os Três Napoleões, o Do Contrário, o Jardineiro Venturoso, o Zé Feliz, a Família (o cara metade e a outra metade do cara, sem esquecer do meio da metade), as Árvores... e por aí vai... Uma legítima “bagunaça organizada”.
Há uma dose sutil de ironia (ou você prefere sarcasmo?) no texto de Cláudio Martins em relação ao mundo dito como normal:
“A BILIONÉSIMA BOMBA! GENERAL MOSTROU HOJE AO MUNDO UMA NOVA BOMBA MORTAL. HOUVE FESTA...” (pg. 14 e 15)
“ESTALOS UNIDOS E TÚSSIA ENTRARAM EM GUERRA POR CAUSA DE UM PEQUENO RIO NA FRONTEIRA. FOI TANTA BOMBA, TANTO TIROTEIO E CLIMA FICOU...” (pg. 17)
O livro, como se pode perceber, é bem humorado.
Uma sugestão impecável para crianças, sejam as que estão na fase, sejam as que cresceram mas mantêm a alegria de uma.
Ou até mesmo aos pais que desejem ter um momento saudável de leitura com seus filhos. http://nomundodealguem.blogspot.com.br/2011/04/resenha-loucos-malucos-pirados-birutas.html                 
Sugestão de produção de texto:  
“Loucos, Malucos, Pirados, Birutas!” - Outro final para a história
É difícil mudar o final de uma história que gostamos, mas vamos tentar.
"A casa biruta era sempre movimentada pelas pessoas da cidade e em um dia em que todos decidiram subir até lá e visitar os que ali residiam, ao entardecer, o portão da casa se trancou e nunca mais se abriu. As pessoas viveram felizes naquele lugar, pois era só diversão todo o tempo. Não sentiram muita diferença, pois de ‘loucos todos temos um pouco’."
Alunos do 5º ano das profes Cristina e Andréia
Centro de Educação Florescer
Questões para diálogo
  – O que a turma pensa sobre o convívio com pessoas que necessitam de cuidados especiais, como os moradores da Casa Biruta?
Será que mantê-las isoladas é uma boa forma de tratamento?
Selecionar
– Manchetes de jornais que sejam exemplos de “loucuras” que os homens fazem.
Por exemplo, notícias relacionadas à destruição da natureza, ao desrespeito aos direitos humanos,às leis de trânsito,etc.
Texto by krika
Dentro da muralha havia uma casa, conhecida como Casa Biruta, e era nela que moravam os malucos...
As pessoas faziam visitas normais aos domingos, aquelas criaturas consideradas anormais, ou seja, birutas, loucas, malucas, piradas...
Até esperavam "macaquices ou estrepolias" deles, afinal estavam enjaulados, certo?
Porém, eles eram dóceis, viviam suas vidas na alegria.
O jardineiro Venturoso, por exemplo chamava atenção, juntamente com as árvores andantes, ou os três Napoleões, que se apresentavam com um número musical em árabe. E haviam outros.... Várias magestades, um Taxi, um Pensador, um Zé Feliz, que dizia :
" - O dia é grátis. Podem olhar à vontade!"
Tudo corria dentro da "normalidade " até aparecer um entregador de jornais com seu cão.
Na recepção, o Doutor Aperta Parafusos foi logo explicando que ali ninguém lia jornal...
O entregador não se importou com este fato... Ele queria deixar ali um exemplar...
Imaginem as notícias! Algumas tragédias, roubos, mortes, guerras...
E os malucos estavam presos na Casa Biruta né?
Bem.... Deixaram os portões abertos e os malucos saíram por aí...
Na cidade, eles fizeram sucesso.
Tudo novidade, pois eles eram pessoas boas, alegres e não fizeram nada de mau a ninguém!
" O dia é grátis. Podem olhar  à vontade! "
O JORNAL NA SALA DE AULA : leitura e escrita
Aumentar sua competência linguístico-discursiva.
· Conhecer mais um gênero textual: a notícia de jornal.
· Interagir com os colegas na produção de trabalhos coparticipativos.
. Conscientizar-se da realidade, através das informações contidas num jornal.
Duração das atividades
4 aulas de 50 min (aproximadamente)
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Ler e escrever outros gêneros textuais: narrativas literárias, narrativas em quadrinhos, bilhetes.
Estratégias e recursos da aula
O ensino de Língua Portuguesa deve se pautar em uma prática constante de leitura e escrita, o que pressupõe um trabalho com a diversidade de objetivos, modalidades e textos que caracterizem as práticas linguísticas reais. Por isso, a escola deve reproduzir as formas sociais de leitura e escrita da maneira mais verossímil possível.
Somando-se a isso, se objetivos diferentes exigem diferentes textos que, por sua vez, exigem tipos específicos de leitura e de escrita, caberá à escola prover seus alunos com a diversidade de “textos do mundo”. São diferentes leituras e escritas para diferentes textos.
É nesse momento que o jornal na sala de aula configura-se como um forte aliado da escola na execução dessa tarefa, mobilizando os alunos internamente, incentivando a leitura como prática interessante e desafiadora.
ATIVIDADES E RECURSOS
1ª etapa
a) Distribuir diferentes jornais aos alunos que trabalharão em duplas. (Esses jornais poderão ter sido solicitados aos próprios alunos antecipadamente).
b) Discussão oral: função social do jornal enq uanto meio de comuni cação e sua importânci a na formação de opi niões.
FUNÇÃO SOCIAL: informar e formar opiniões.
IMPORTÂNCIA: divisão democrática de informações.
c) Orientação da observação dos alunos para a 1ª página do jornal: título, data, local de produção e circulação, preço...
d) Observação atenta da manchete do jornal que aparece em destaque na 1ª página: tipo de letra, ilustração, motivo da escolha daquela notícia como destaque dentre tantas outras notícias.
e) Observação dos resumos das notÍícias que comporão o jornal e discussão oral das mesmas.
O QUE SE DEVE OBSERVAR: o que aconteceu, como, quando, onde, ilustração, importância da notícia para a população em geral.
Todas essas atividades deverão oportunizar a livre expressão dos alunos, permitindo-lhes expor seus conhecimentos e opiniões e esclarecendo suas dúvidas.
2ª etapa
a) Os alunos lerão notícias de diversos jornais e escolherão as que mais lhes interessarem.
b) Apresentação oral da notícia escolhida, para todos os colegas.
c) Em um grupão, os alunos discutirão as notícias apresentadas. O nível das discussões deverá ser coerente com a realidade da turma e serão sempre intermediadas pela professora.
3ª etapa
a) Montagem de um mural: em duplas, os alunos recortarão notícias dos jornais que serão agrupadas por temas ou outros critérios escolhidos democraticamente. Por exemplo: “Notícias que agradam o leitor” e “Notícias que desagradam o leitor”.
b) Para ilustração das notícias, os alunos poderão recortar gravuras de jornais ou revistas.
c) A professora selecionará uma notícia e a colocará em destaque em um cartaz, retroprojetor, data show ou outro recurso atraente para analisar, juntamente com os alunos, a formatação e os recursos próprios do gênero: ausência de travessões, textos em colunas, títulos em negrito, informações necessárias para uma comunicação eficaz (o assunto, elementos envolvidos, local do acontecimento, causas, consequências, data, dados complementares) etc.
d) Distribuição de uma notícia xerocada para a retirada de informações:


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e) Atividade escrita sobre a notícia e jornal:
Responda em seu caderno:
(A professora analisará, juntamente com seus alunos, se a notícia contém todos os dados necessários a uma perfeita compreensão)
* Qual é o fato noticiado?
* Onde e quando aconteceu ou acontecerá?
* Quais são os personagens envolvidos?
* A notícia esclarece quem são os personagens?
* São personagens conhecidos no cenário nacional?
* É uma notícia completa?
* Quais informações estão faltando para que a notícia seja compreendida por qualquer leitor?
* Qual é a fonte de onde foi retirada a notícia?
f) A professora distribuirá diferentes figuras de jornais para os alunos criarem, em duplas, suas próprias notícias.
g) A professora fará a correção dos textos, após exp licar aos alunos que toda a matéria de jornal passa por um revi sor antes de ser publicada.
Depois os alunos passarão a limpo as suas notícias que substituirão aqueles recortes de notícias que estavam no mural.




Bibliografia:
* Aprendendo a Ler com o Jornal e 100 Fichas Práticas para Explorar o Jornal na Sala de Aula, Nicole Herr.
* Mídia, Escola e Leitura Crítica do Mundo, Graça Caldas.
* Para Ler e Fazer o Jornal na Sala de Aula, Maria Alice Faria e Juvenal Zanchetta Jr.
* Parâmetros Curriculares Nacionais.
Avaliação
A professora avaliará durante todo o processo de realização das atividades se o aluno:
* participou de maneira cooperativa na sua dupla
* Emitiu suas opiniões e respeitou as opiniões dos colegas
* Conseguiu extrair as informações dos textos jornalísticos
* Redigiu a sua notícia com competência, demonstrando conhecer as marcas textuais desse gênero.
Jornal igual ler mais escrever
A equação é matemática, mas o resultado do aprendizado, além de privilegiar a leitura, a interpretação do texto e a própria escrita, ainda amplia o conhecimento multidisciplinar!
Objetivos:
★ Estimular o gosto pela leitura.
★ Treinar a construção da escrita.
★ Facilitar a aquisição de vocabulário.
★ Promover o conhecimento tanto referente ao cotidiano quanto em relação aos gêneros jornalísticos.
★ Estabelecer, a partir da comunicação, a interação das crianças com os demais integrantes da sociedade.
Por ser um material diário e atualizado, de vários assuntos, o jornal pode e deve ser introduzido em sala de aula, ao lado de outras fontes de informação e leituras didáticas, como um recurso pedagógico complementar que atende a qualquer disciplina e faixa etária.
 Conforme constatou André Luis de Freitas, coordenador pedagógico da Escola Estadual Arthur Wolf Netto, que introduziu a prática na instituição em maio de 2011, com a leitura do jornal, os alunos ampliaram o vocabulário, aprenderam a interpretar diferentes tipos de textos e passaram a escrever de uma forma mais correta: “De forma direta, o jornal se mostra capaz de trazer o mundo até as crianças, que passam a absorver as informações, tornam-se mais críticas e aptas em adquirir conhecimento contextualizado e com significado para elas mesmas”, explica.
Sobre o jornal
Ele é um meio de comunicação impresso, derivado do conjunto de atividades denominado jornalismo.
Normalmente, seu conteúdo é genérico, pois abrange os mais diversos interesses sociais (apesar de que também há jornais com conteúdo especializado em economia, negócios, esportes, entre outros).
Quanto à periodicidade, a mais comum é a diária (mas existem também aqueles com periodicidade semanal, quinzenal e mensal).
A impressão costuma ser feita em um tipo específico de papel espesso e áspero: o papel-jornal ou papel-imprensa – que é obtido de pedaços de madeira não aproveitados na fabricação de móveis e fibras recicladas –, cortado em folhas de tamanhos padronizados, que atendem costumeiramente o tamanho standard (75 cm x 60 cm) ou tabloide (38 cm x 30 cm).
O jornal em sala de aula
A partir do momento em que ele é introduzido como recurso pedagógico, também é necessário fazer uma apresentação de seu conteúdo para que os alunos compreendam o sentido dos cadernos. Em seguida, deve ser folheado para que cada criança possa escolher o que ler.
Assim, o ato da leitura se torna mais prazeroso, porque o interesse pela informação é despertado de forma verdadeira, sem a imposição do professor.
Em paralelo, enquanto se familiarizam com os títulos, legendas de fotos e chamadas de capa, as crianças ainda entram em contato com notícias mais elaboradas, algumas das quais evidenciam a realidade vivida por elas mesmas.
Depois, aprendem que os textos têm diferentes formatações que recebem o nome de editorial, artigo, reportagem, entre outros, cujas características são específicas
Para saber mais
★ Aprendendo a ler com o jornal e 100 fichas práticas para explorar o jornal na sala de aula - Nicole Herr (Editora Dimensão)
★ Como usar o jornal na sala de aula - Maria Alice Faria (Editora Contexto)
★ Para ler e fazer o jornal na sala de aula - Maria Alice Faria e Juvenal Zanchetta Jr. (Editora Contexto)
Em meio a essas descobertas, como todos esses elementos provocam a interação, a classe como um todo acaba por eleger uma notícia que, por sua vez, induz o trabalho do professor, que deve ter autonomia para trabalhar conteúdos de leitura e escrita, a partir do que foi escolhido pelos alunos.
Para os educadores, esse tipo de aula se torna significativa, porque tem como base o interesse do próprio aluno.
Já para as crianças, que se deparam com a diversidade de textos, ele ajuda a desenvolver o senso crítico e as demais habilidades requeridas no Ensino Fundamental.
Em consequência, enquanto para algumas o ato de ler se torna bem mais relevante, a ponto de repassarem informações a terceiros, outras já preferem se dedicar à escrita, a partir de uma notícia que foi assimilada e bem interpretada.
Mas, no geral, como todas interagem durante o processo, praticamente todas leem tudo que foi produzido pelos demais colegas, com os quais ainda debatem as informações e trocam opiniões.
Para uma leitura e interpretação de texto eficiente
Ao inserir o jornal, principalmente nas salas de 3as e 4as séries, inicie trabalhando a linguagem com os alunos. Para tanto:
★ Faça com que respeitem a integridade dos textos publicados evitando cortar partes deles.
★ Caso não consiga levar o jornal inteiro para a sala de aula, lembre-se sempre de indicar o título da publicação, a data, a página e o autor da matéria.
★ Preserve as fotos com as legendas originais e o dados do fotógrafo.
★ Escolha vários gêneros textuais para leitura e análise.
★ Ressalte que a notícia relatada no texto jornalístico não é necessariamente o fato, mas a versão do jornal sobre ele.
★ Promova a leitura comparativa entre dois veículos para desenvolver o olhar crítico.
★ Estimule a identificação das características dos possíveis leitores de cada jornal, para despertar a percepção do aluno em relação à constituição de um texto informativo.
Aspectos que podem ser trabalhados com o jornal
★ Na primeira série, a roda de leitura permite o contato com o jornal que, por si só, já desperta o interesse pela leitura, que pode ser trabalhada de forma gradativa e lúdica, a partir de recortes de interesse comum, charges, tirinhas etc.
★ Na segunda série, se as crianças já apresentam um processo de alfabetização mais avançado, é possível trabalhar com as imagens (desde que se escondam as legendas, títulos e subtítulos), para que os próprios alunos criem legendas, dêem título ao texto lido ou, a partir de uma notícia, criem uma manchete, em um exercício de síntese de comunicação.
★ Na terceira série, o jornal já possibilita a interdisciplinaridade, a partir do conhecimento de diversos gêneros textuais que, por sua vez, estimulam a produção e a discussão, além da formação de opiniões sobre eles.
★ Na quarta série, a composição de texto pode ter como base de aprendizado a abertura de qualquer reportagem – o lide –, que sempre é formada por seis questões básicas: o quê, quem, quando, onde, como e por quê. De início, após a leitura da matéria escolhida, peça para a criançada encontrar (grifar) a maioria (quando não todas) das respostas para tais questões logo no primeiro parágrafo. Depois, estimule-as a produzir textos próprios, a partir da memorização dessas seis questões que, se trabalhadas pelos alunos, poderá ajudá-los a desenvolver e finalizar qualquer composição escrita de forma mais coerente.
★ Despertado o interesse pela leitura e produção de texto, convide a criançada para produzir um jornal da escola, mas, prepare-se para organizar a redação, porque candidatos a jornalistas não irão faltar!
Produção de um jornal escolar
Apesar da coordenação da Escola Estadual Arthur Wolf Netto ter encontrado uma empresa jornalística como parceira de produção do seu jornal, saiba que esse não é um requisito básico, para se ter um periódico escolar.
Embora essa busca seja ideal para estimular as crianças, é possível produzir um jornal interno de uma forma mais simples.
Afinal, nenhuma escola deve ter a pretensão de formar jornalistas mirins, mas poderá incentivar os alunos a percorrer esse caminho, a partir da leitura e produção de texto.
Portanto, o primeiro passo para o sucesso de um periódico interno está não na valorização do produto final, pois dificilmente ele será parecido com jornais de grande circulação.
No entanto, sua aparência pode ser similar, se houver alguém da comunidade que conheça programas de diagramação e que queira cooperar com o trabalho da criançada.
Por outro lado, além de envolver os alunos em todo o trabalho, priorize o processo de produção, estimulando o uso de:
★ Diferentes gêneros textuais de imprensa (artigo, reportagem, fotojornalismo).
★ Diferentes funções e níveis de linguagem presentes nos jornais.
★ Noções gramaticais diversas.
★ Recursos de pesquisa interdisciplinar e de trabalho coletivo.
★ Estratégias que ajudem a firmar a identidade dos alunos.
Etapas para a elaboração de um periódico
Vejam aqui:






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Um comentário:

  1. Querida Educadora Krika...aqui sempre babando (desculpe a expressão ...) na qualidade de seu trabalho...Tudo perfeito. A apresentação de um livro com mil facetas de compreensão, trabalho e principalmente prazeroso na leitura. A conexão com o jornal...Ah...como seria bom se todos entendessem o quanto o jornal é rico dentro de uma sala de aula...Transformar o jornal num instrumento pedagógico e levá–lo para enriquecer inúmeras temáticas. Fazer dele um formador de opiniões e principalmente o de um cidadão crítico...para isso...basta começar...Caríssima...parabéns...Continue nos brindando com tanta criatividade e competência...Grande bj Neusinha.

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