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Colaboração e Direitos

Colaboração e Direitos Autorais
Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2016
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quarta-feira, junho 27, 2012

Desculpe-me> Tolerância>Bullying> Pinote o fracote...> 27/06/12



Desculpe-me
Coleção Pequenas Lições
Editora Soler
Veja o livro aqui:


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.

Respeito e tolerância também se aprende na escola

O que o aluno poderá aprender com esta aula
■Possibilitar vivências em que as crianças reconheçam outras formas de resolução de conflitos, baseado no diálogo e na negociação.

Duração das atividades
Duas aulas

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
As relações entre as crianças.

Estratégias e recursos da aula
1º Momento
O professor deve propor momentos de brincadeiras e observar as crianças, o modo como resolvem os conflitos, as disputas, as diferenças de pensamento e maneira de ser.A partir daí propor uma conversa na roda com as seguintes perguntas:
■Quando um colega não deseja brincar com a gente, como cada um reage?
■Como devemos agir quando um amigo fica chateado conosco e não quer mais brincar?
O profesor registra as falas dos alunos na roda e depois propõe que cada criança anote suas reações, jeitos de resolver seus conflitos, depois eles devem ilustrar.
 Em seguida, o professor organiza um mural com o registro dos alunos para que todos possam conhecer as diferentes formas de resolver um problema quando está chateado.

2º Momento
O professor faz a Leitura do livro Pinote, o fracote, Janjão, o fortão de Fernanda Lopes de Almeida.

 
Você conhece esse conto infantil?
Ele fala, numa linguagem simples e para crianças sobre como alguns tentam impor pela força as suas vontades, o desrespeito e a humilhação sobre aqueles a quem imaginam dominar.
Por fim, mostra como a inteligência prevalece sobre a força bruta.
Ótima maneira  para resolver o problema de relações assimétricas tão comuns entre crianças e jovens. Janjão sempre se aproveitou das brincadeiras com amigos para abusar , ridicularizar, mandar como rei.
Até que um dia é desafiado por Pinote, o fracote, de forma muito inteligente e que o desconcerta.

Eis o conto:
Pinote era o menino mais fraquinho da turma. Mas derrubou Janjão, o fortão.
Um dia, a turma resolveu brincar de Rei dos Piratas. Está claro que o Rei era o Janjão. Janjão, como sempre, aproveitou para abusar: Jogou pedras no Veludo e obrigou os piratas a jogarem também, passou rasteiras nas galinhas e só parou quando o galo tomou uma providência, agarrou o galo pelo pescoço e deu ordem aos piratas:
– Prendam esse criminoso!
Avançou na bicicleta da Juju e, quando a Juju reagiu, obrigou todo o mundo a lutar com ela. Ficou passeando de bicicleta e não deixou ninguém dar uma voltinha, mandou invadir o pomar de Seu Manuel e não deixou ninguém comer nada, comeu todas as frutas sozinho e jogou as cascas em cima dos piratas, contou uma porção de piadas sem graça e ordenou aos piratas:
– Que estão esperando? Comecem a rir!
Foi então que reparou em Pinote e viu que Pinote não estava rindo. E se lembrou que Pinote não tinha obedecido a nenhuma de suas ordens.
– Pirata Pinote! Estou reparando que você não me obedeceu em nada.
Quer ir preso?
– Não quero, não, Rei.
– Então por que não está rindo?
– Se o senhor quiser, eu posso rir com a boca.
Janjão fez a maior caçoada de Pinote:
– Ha! Ha! Ha! Só se pode rir com a boca, bobão!
– Engano, Rei. A boca pode estar rindo e o pensamento não estar.
Janjão ficou furioso:
– Pois diga ao seu pensamento que ele tem que achar graça nas minhas piadas!
– Sim, senhor.
Janjão contou outra piada. Pinote riu com a boca. Janjão ficou na maior dúvida. De repente Janjão começou a chorar. Todos foram socorrer Janjão, que teve de ser carregado para casa. Ficou de cama e emagreceu três quilos. Nunca mais conseguiu brincar sossegado de Rei dos Piratas. Ficava sempre com aquela cisma:
– Que será que o pensamento do Pinote está pensando?


Após a leitura inicia um diálogo na roda sobre a história.
Sugestão de algumas questões para refletir com as crianças durante o debate:
■Por que o Janjão era o mais forte da turma?
■Por que o Janjão é o fortão?
■Por que o Janjão só mandava fazer coisas más?
■Por que os colegas aceitaram fazer aquelas brincadeiras?
■Por que o Pinote não fez nada?" Por que pinote era o fracote?
■Por que o Janjão é o fortão e não conseguia vencer o pensamento do Pinote?
Em seguida, sugere uma atividade individual de reescrita do texto mudando o final da história.


3º Momento:
O Professor propõe a construção de uma história coletiva baseada do livro de Fernanda Lopes de Almeida, uma outra versão do texto lido.


4º Momento:
Realizar uma brincadeira simbólica a partir da história lida.
As crianças com a professora organizam a sala para a brincadeira, combinam entre elas quais os personagens que irão representar.
Nessa atividade, o professor pode ser acresentar novos personagens de modo que todas as crianças da sala possam brincar.


Recursos Complementares
Leitura dos livros:
RUTH ROCHA . Quem Tem Medo de Dizer Não? Editora: Global 2002.
TODD PARR. Livro dos Sentimentos. Editora: Panda Books: 2006
Consulte o site http://www.rosangelatrajano.com.br/ /


Avaliação
Verificar se houve mudanças na forma como as crianças lidam com os conflitos, as disputas e as diferenças.



Pinote para colorir:

Diálogo
Trouxe daqui:


OS ESPINHOS NOSSOS DE CADA DIA

Autor: Delma Faria Shimamoto
O que o aluno poderá aprender com esta aula
O aluno poderá vivenciar a tolerância e a sua importância para a construção de relações harmoniosas entre os homens.

Duração das atividades
01h/a

 Estratégias e recursos da aula
ATIVIDADE I:
Instruções para o professor:
1. Entregue este texto para os alunos.
2. Divida-os em grupo e solicite-lhes que dramatizem a narrativa.

A FÁBULA DOS PORCOS-ESPINHOS

Durante uma era glacial bem remota, quando parte de nosso planeta se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram.
Morreram indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, a juntar-se mais e mais.
Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro.
E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente.
Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível.
Vida ingrata, porém... os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor.
Feridos, magoados e sofridos, começaram a afastar-se.
Por não suportarem mais os espinhos de seus semelhantes, eles se dispersaram.
Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados.
Os que sobreviveram ao frio voltaram a se aproximar, pouco a pouco.
Com jeito e precaução. Unidos novamente, mas cada qual conservando uma certa distância um do outro.
Distância mínima, mas suficiente para conviver, sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver.
(Extraído e adaptado RANGEL: Alexandre. As mais belas parábolas de todos os tempos. BH: Ed. Leitura, 2004)

ATIVIDADE II:
Instruções para o professor:
1. Esta atividade não deverá ser aplicada nos primeiros dias de aula.
2. O professor providenciará fichas com duas cores de aproximadamente 10 cm x 2 cm.
Numa fichinha será escrito: a sua maior qualidade é.... e na ficha de outra cor: você precisa ser mais.....
3. Cada aluno receberá duas fichinhas de cada cor.
4. A utilização das fichas é facultativa.

PRIMEIRO MOMENTO:
1. O professor deixará os alunos escolherem seus pares. As duplas serão formadas por afinidade.
2. As fichinhas serão entregues para cada aluno do par.
3. Diante do par escolhido, cada aluno preencherá as fichinhas. Numa será registrada uma qualidade que o colega possui e na outra, uma atitude ou comportamento, que o colega possui e que deverá se esforçar para melhorar.
4. Sob a orientação do professor trocarão as fichas e conversarão entre si.

SEGUNDO MOMENTO:
1. Sob orientação do professor, duas filas serão formadas, onde os alunos da sala ficarão de frente um para o outro.
2.O professor deverá ter o cuidado de verificar que os pares não sejam os mesmos da atividade anterior.
3. As fichinhas serão entregues para serem preenchidas e sob a autorização do professor trocarão as fichas e conversarão entre si.

TERCEIRO MOMENTO:
Todos os alunos retornam para os seus lugares. A professora solicita a participação voluntária dos alunos.
Neste momento, é preciso que seja criado um ambiente de muita descontração para garantir a participação de todos os que quiserem se manifestar.
Solicite aos alunos que descrevam:
1. o que sentiram quando foi lida a sua qualidade e quando foi identificado o comportamento/atitude que deveria ser melhorado.
2. se ficaram surpresos.
3. o que pensam em fazer de agora em diante.
4. a relação da fábula dos porcos-espinhos com esta dinâmica.
5. Pergunte-lhes também se acham que outros colegas poderiam ter a mesma opinião do que escreveu seu par no primeiro e no segundo momento.

Sugestão para o professor:
Caso seja necessário, o fechamento desta atividade poderá ser realizado na próxima aula.
O mais importante é que ele ocorra e que todos possam manifestar sua opinião.
Cabe ao professor, conduzir os alunos a concluírem que nós todos temos qualidades e defeitos (espinhos).
Se os defeitos dos outros nos incomodam é preciso termos convicção de que os nossos também incomodam aos outros.
Muitas vezes achamos que não temos defeitos e ficamos surpresos quando alguém nos aponta nossas imperfeições.
Diante disto, podemos ter várias reações: negá-los, justificá-los, ignorá-los, subestimá-los, etc.
No entanto, como precisamos uns dos outros, o mais sábio é procurarmos corrigir nossas dificuldades, tolerarmos as dificuldades dos outros e aprimorarmos nossas virtudes para a garantia de uma saudável convivência.

Avaliação
O professor, por meio das interações entre os alunos, poderá verificar se alcançou o objetivo da atividade.
Sugerimos que esta atividade seja reaplicada, após algum tempo, para que os próprios alunos se avaliem







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