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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
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afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
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esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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segunda-feira, janeiro 14, 2013

A anta, os tracajás e as estrelas > Estímulos literários > 14/01/13



DSC02933 Tracajá.JPG


Tracajá é um quelônio dulcícola de tom negro azulado com manchas amarelas.
Vive em muitas bacias hidrográficas do norte da América do Sul, entre elas a do Orinoco (Venezuela) e do Amazonas.
Habita as margens de rios, lagos, lagoas e florestas inundadas da Venezuela, Guianas e todo o norte do Brasil.
Essa espécie de tartaruga amazônica tem a carne muito apreciada ao molho e acompanhada com farofa do miúdo assada na própria casca e também seus ovos são muito degustados em gemadas. Muito apreciada no norte do pais , é o prato chefe de muitos restaurantes .
Possui peso aproximado de 9 - 12kg tem sua carapaça no formato convexo e ovalado, é encontrado ao longo da bacia dos rios Amazonas e Orinoco, na nos países da Colombia, Brasil, Venezuela, Perú, Equador, Bolívia e Guiana.
Quando você pensa na Amazônia, talvez imagine o som dos pássaros tropicais, a dança dos peixes no maior rio do mundo ou os muitos insetos que não dão descanso no calor da floresta.
No entanto, é pouco provável que pense em tartarugas.
Em meio à espetacular cacofonia que compõe a Amazônia, uma lenta tartaruguinha marrom pode parecer um pouco... sem graça.
Mas para os povos indígenas do Oiapoque, no extremo norte do Brasil, os quelônios – ou bichos-de-casco, como também são chamados – estão longe de serem sem graça: eles são parte importante da dieta e da cultura local há muitas gerações.
No entanto, esses animais vêm desaparecendo gradativamente dos rios da região.
Para mudar essa realidade, a TNC tem trabalhado com as comunidades indígenas do Oiapoque e pesquisadores para, juntos, recuperar as populações de quelônios e contornar esse cenário.


Tracajás


Quem se importa com uma tartaruga?
Os quelônios – em especial os tracajás (Podocnemis unifilis) – sempre tiveram um papel central na vida dos povos indígenas do norte da Amazônia brasileira.
Além de inspiração para a arte e cultura local, os quelônios adultos e seus ovos servem como fonte de proteína para os povos da região.
Muitas vezes, são adotados como bichos de estimação. Seus cascos também são usados para fazer gaw-gaw, coloridos instrumentos musicais que se harmonizam com os sons da floresta.
No Oiapoque, norte do Amapá, onde quatro povos indígenas vivem em três terras indígenas contíguas, o crescimento populacional tem pressionado as populações de quelônios.
Há alguns anos, até os mais capacitados para encontrar esses animais e seus ninhos passaram a ter dificuldades para colocar seu talento em prática: o número de tracajás estava diminuindo rapidamente.
 Em 2001, lideranças locais se reuniram e decidiram que algo precisava ser feito.
 A história....
Os meninos de uma aldeia, lá no Morená, adoravam jeni-papo, que é um fruto bem gostoso mesmo.
Era sempre uma festa subir na árvore e comer todos os que estavam maduros.
Mas não eram só os meninos que gostavam de jenipapo.
Uma velha anta também era fã do fruto.
Só que nunca sobrava nada para ela.
Um dia, a anta ficou furiosa e aí começou o mistério e a aventura desta história, que é muito contada nas aldeias dos Kamayurá.





Texto by Krika

Uma lenda cheia de emoções, onde alguns meninos deveriam dividir os frutos gostosos de um jenipapeiro.
Lá no Morená, havia um grande pé de jenipapo. Os meninos recolhiam os amadurecidos caídos no chão e depois subiam na árvore, colhiam os frutos ainda presos e lá mesmo os comiam.
Daí aparece uma anta, que também gostava de jenipapo... Só que ela comia os frutos do chão.
Se os meninos comiam todos não sobrava nada pra ela...
A anta pede que eles joguem jenipapos. Os meninos jogam e feliz a anta começa a comê-los.
Alguns meninos vendo-as distraída, decidem jogar somente cascas. A anta com raiva começa a derrubar a árvore... Os meninos caem no chão. Só um fica na árvore... Este fica com medo de descer e lá permanece, sem entender nada...
Os outros são enterrados pela anta. Passado um tempo eles retornam da terra em forma de tracajás. Saem em busca da anta. Perguntam dela por vários lugares até encontrá-la, bem distante da aldeia. Depois de toda esta jornada ,lá estava ela dormindo num oco de árvore. Eles pediram para ela devolver o forma de menino deles...
Que nada! A anta continuava irada, pois havia sido maltratada por eles e como castigo, essa forma eles teriam para sempre. Ou seja, seriam tracajás!
Foi aí que eles perceberam que seria perigoso retornar para casa, pois seriam caçados. Entenderam seus destinos e resolveram subir para o céu. Para não ficarem solitários, decidiram também ficarem juntos num só ponto do céu. E brilharam...Brilharam muito!
Diz a lenda que eles são aquelas estrelas juntas , que no tempo do frio aparecem ao sul e no tempo do calor aparecem ao norte. Foi assim que surgiu a Cruzeiro do Sul...

Você conhece o jenipapo?

O jenipapo é originário da América central e Índia Ocidental.
É parecido com o figo, mas é um pouco maior, tem o diâmetro de 6 a 9 cm, possuindo uma cor escura e com uma polpa marrom claro.
Utilização:
Pode ser consumido ao natural, seu uso mais freqüente são em licores, doces, xaropes e vinho e também é utilizada para tintura empregada em tecidos, artefatos de cerâmica e tatuagem.
É utilizado para combater a asma e estimulante de apetite.
Cultivo:
O jenipapeiro pode chegar a uma altura de 20 metros e se adapta em climas quentes como no Nordeste e Norte do Brasil. Os frutos amadurecem dos meses de novembro a fevereiro.
O jenipapeiro (Genipa americana) é uma árvore que mede até 14 m da família das rubiáceas, nativa de regiões tropicais das Américas.
Descrição
É uma árvore de grande porte, semidecídua. Copas estreitas, piramidal e irregular, quando jovem. Nos adultos, torna-se arredondada. Fuste reto, com ritidoma áspera, de cor castanha. Folhas simples, opostas, glabras.
Flores grandes, com corola branca-amarelada. O fruto é uma baga globosa, com polpa adocicada, aromática. Quando maduros, apresentam casca enrugada, coriácea e de cor parda. As sementes são achatadas, duras e pequenas, no meio da polpa.
Utilidades
Com casca tanífera, geralmente usada em curtume para curtimento de couros e como medicamento caseiro nos problemas gástrico, pulmonares e principalmente no combate a malária devido ao sulfato de quinina, sua madeira de grande qualidade, utilizadas nas confecções de gamelas, folhas forrageiras, flores campanuladas, brancas ou amareladas, e bagas subglobosas, seu fruto, o jenipapo, é comestíveis e utilizado na produção de tinta preta, doces e licores, principalmente na região Nordeste do Brasil.
Fonte: www.estudosobre.com
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/jenipapeiro/jenipapeiro.php




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