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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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JUNHO 2017
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domingo, maio 26, 2013

Estímulos literários juninos e muito mais > 26/05/13




O Sonho do Balãozinho



Era uma vez um balãozinho que caiu no jardim da casa de Zezé numa noite fria de junho.
O balãozinho era azul, todo azul! A garotada o batizou de "Balãozinho Azul".
Mas o balãozinho Azul vivia triste, sempre triste. Ele tinha um sonho. Ele queria subir alto, ir até as estrelas.
Até que chegou a alegre noite de São João. A garotada corria pra lá... pra cá... Cida levou doces para a barraquinha. Bete levou lenha para a fogueira. Marcelo e Renato colocaram bandeirolas. A festa estava tão animada!
Todos gritavam e dançavam perto da fogueira. Comiam doces, pipocas e canjica. Só o Balãozinho Azul estava triste. Ele queria subir alto, muito alto.
De repente, um ventinho frio e mansinho começou a levar o balão para cima.
Que alegria! Viva São João! Estou subindo! - Gritava ele.
E subiu tanto, que chegou ao céu e virou uma estrelinha. Uma estrelinha azul que brilha todo ano, na noite de São João.
Autor desconhecido.
 


Muita festança junina aqui:




Na floresta o alarido era imenso, o papagaio todo envaidecido foi incumbido de ir anunciando por todos os lugares, que no próximo dia de lua cheia haveria uma linda festa caipira, pois era noite de são João, e que todos estavam convidados, só que teriam que comparecer vestidos a caráter.
O local escolhido era uma clareira no centro da floresta, lugar suficiente grande para abrigar a todos.
O macaco imediatamente já providenciou a sua roupa e os seus instrumentos musicais, ele era o maestro de uma banda, todo contente corria de um lado para outro chamando os componentes da banda para o último ensaio.
O leão que por ali passava viu a pata toda charmosa com seu lindo vestido de chita novo e experimentava um chapéu com um grande girassol. Foi logo dizendo:
Nossa comadre, porque esse imenso girassol?
Ah! Eu quero ser a mais bela caipirinha dessa festa! Você não acha?
O leão olhou, balançou a cabeça e disse com seus botões essa pata é mesmo danada, e foi se arrumar, pois iria marcar a quadrilha.
A raposa quando viu o corre-corre alegre da bicharada, quis saber o que havia acontecido, e ficou sabendo da festa.
Botando a mão no queixo pensou, vou me regalar nessa festa, quero chegar primeiro e começar a comilança. E só de pensar já estou com água na boca.
Chegou o grande dia, a alegria reinava em toda a floresta.
Lá já estava a raposa toda vestida com uma calça rasgada e um grande chapéu de palha que cobria todo o rosto, quem a visse não a reconheceria.
Só que não lhe avisaram em que qual clareira seria o evento. Ela pensou que só poderia ser essa das reuniões de sempre. Esperou, esperou e nada, ninguém aparecia. Foi quando prestando mais atenção, começou a ouvir ao longe música que ressoava alegre pela mata, e ficou furiosa e partiu para lá.
Na clareira a alegria era geral, o gato com sua sanfona embalava um gostoso arrasta-pé, o galo com sua zabumba toda enfeitada ia marcando o compasso, o tatu com o padeiro fazia miséria, o sapo que pulava de um lado, para outro tocava o reco-reco, a cegonha toda emplumada afinava o seu bandolim, e o lobo dedilhava com muito sentimento o seu violão, e o macaco com sua batuta comandava com alegria o som melodioso que pairava no ar dando alegria ao lugar.
Todos vestidos a caráter já se preparavam para dar início à quadrilha com seus pares apostos.
O leão com sua voz impostada e imponente anunciava:
Pessoal todos com seus pares, porque a quadrilha vai começar. Olhou para a orquestra e deu o sinal: __ Se preparem.
Era uma agitação nas árvores, as aves batiam suas asas alegres e cantavam para acompanhar. No chão batido lá estavam todos os que iam dançar e os que só queriam apreciar.
A cigarra toda entusiasmada gritou a todo pulmão:- -Viva Santo Antônio, e o povo delirava, São João, era uma gritaria feliz, e São Pedro, as palmas e os gritos ressoavam por todo o imenso espaço da floresta.
O ratinho tomado por tanta alegria e com seu chapelão maior que ele, subiu nas costas do elefante e gritou:
Pessoal, viva nóis e a festança, comecem logo, que eu quero me acabar.
De repente pula no centro da clareira a raposa.
Como puderam fazer isso comigo, nem me convidaram para a festa, eu que sempre fui amiga de todos vocês.
Houve um silêncio total. Não se ouvia nem o respirar de ninguém, era como se tudo tivesse parado.
O leão se pôs a sua frente e pigarreando, -Sabe comadre raposa, como a senhora já nos deu muitas provas de sua amizade e que muitos de nossos amigos já a conhece muito bem quais são as suas intenções. Então de comum acordo resolvemos não convidá-la para que pudéssemos ter a nossa festa com alegria e sem desconfiança de que alguma coisa ruim iria acontecer.
A raposa foi saindo de cabeça baixa, arrastando o seu chapelão.
O leão gritou para a cegonha:
Dê o tom que a quadrilha vai começar e vamos nós, com muita alegria minha gente.
A música se espalhou pela floresta e todos se divertiram até o sol raiar.
Foi o maior acontecimento que se tem noticia em toda floresta
Moral:
Nem sempre os espertos levam vantagem.  

Bandeira de São João

Encontrei este vídeo...
Música Bandeira de São João

Adivinhações, poesias e cantigas, tradicionalmente usadas nas festas juninas do Nordeste, são ricamente exploradas neste texto.
A noiva, a boneca de milho, o Uanari, a Mãe da noite, todos se envolvem na procura do Sol, pois, sem ele, não haverá milho madurinho, casamento, nem mesmo a grande festa em homenagem a São João menino.
Não conheço o livro...
Coloco aqui como sugestão....
Fico tristinha quando não consigo mais informações ou atividades pedagógicas de um livro....
Procuro trazer fontes literárias temáticas com precisão....
Fica a  dica....

FESTAS JUNINAS 1.ED (FESTAS BRASILEIRAS)


Em Festas Juninas, lançamento da editora Studio Nobel, a letra de uma das mais populares canções das festas juninas serve como inspiração para o autor, Toni Brandão, narrar a desventura de Antônio, um belo rapaz que se casaria com Maria, a filha de seu João, não fosse ela ter fugido com Pedro, no dia do casamento, ocasião em que seria realizada a festa de São João. A festa originada na Europa da Idade Média e incorporada, com o passar do tempo à realidade brasileira, é ricamente detalhada no livro Festas Juninas, onde são apresentados os pratos típicos, o vestuário, a música e a dança desse festejo.

No mês de junho, no Brasil, acontece as grandes comemorações de festas juninas. Como a data está próxima, uma boa dica de leitura é “Festas Juninas” de Toni Brandão.
Neste livro, você encontra a letra de uma das mais populares canções das festas juninas, que serve como inspiração para o autor narrar a desventura de Antônio, um belo rapaz que se casaria com Maria, a filha de seu João, se não fosse ela ter fugido com Pedro, no dia do casamento, ocasião em que seria realizada a festa de São João.
A festa originada na Europa da Idade Média e incorporada, com o passar do tempo à realidade brasileira, é ricamente detalhada no livro Festas Juninas, onde são apresentados os pratos típicos, o vestuário, a música e a dança desse festejo.



Vejam aqui algumas páginas

Você sabia? Turma da Mônica

Coleção Você Sabia - Festa Junina (1)



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