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afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
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Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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domingo, junho 09, 2013

Quem disse que eu não existo? >Estímulos literários > Extinção > 09/06/13


A ave chegou para ser comida no Natal, mas como era um peru feio demais, foi salvo e levado para o sítio, e teve uma história feliz

Quem disse que eu não existo?.
Escrito por Miriam Portela e ilustrado por Glair Arruda, livro conta uma história que “aconteceu” com o Dodô, uma ave não-voadora com cerca de um metro de altura, que vivia nas ilhas Maurício, na costa leste da África, perto de Madagascar.
Ela se alimentava de frutas e foi extinta durante o processo de colonização da ilha.
É da família dos pombos, tinha asas curtas e bico longo e pesado.
Um dia essa ave foi trazida para casa de dona Sandra, pelo seu marido, para ser comida na ceia de Natal. Todos estranharam, pois aquele bicho não era um peru.



Era uma vez um Natal.
Tudo preparado para a ceia.
 Quer dizer, quase tudo.
Faltava o peru na casa da Dona Sandra.
Mas, o que chegou por lá era um bicho muito estranho...
 Um peru feio demais!
 Ninguém teve coragem de comer o tal do bicho, e ele foi parar no sítio.
Lá, os outros animais também desconfiaram...
 Afinal, por que aquele peru era tão diferente?
Na verdade, não era um peru, era um dodô, uma ave rara que, sabe-se lá como, foi aparecer por lá.
Mas, mais raro ainda foi o que aconteceu depois.


Assunto: animais em extinção
Interdisciplinaridade: Ciências da Natureza, identidade e autonomia, Estudos Sociais Geografia.
Transversalidade: meio ambiente, pluralidade e afetividade.
Proposta: confeccionar painéis com imagens e textos sobre animais em extinção. Discutir com os alunos os meios de preservar animais e vegetais ameaçados.
Indicação: Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
 

Texto by krika

Dodô era estranho e foi para o sítio...
Sorte deste aí, porque sua raça foi devorada pelos colonizadores famintos, no século 17...
Fico horrorizada com estes fatos, mas a vida é cheia de predadores...
E precisávamos evoluir, crescer, fazer história...
Vamos à esta...
Dodô foi rejeitado para ser degustado no Natal, na casa de dona Sandra.
Afinal ele não era um peru autêntico!
Chegou no sítio e se deu bem. Embora as outras aves nem ligavam para ele...
O filho de dona Sandra foi pesquisar sobre o Dodô na internet:
Ele não é peru, é um animal que não existe mais, como os dinossauros e os mamutes.
Ele era desajeitado, com as asas curtas,  não sabia voar e por isto, coitado, era fácil de capturá-lo.
Tornou-se um prato preferido até pelos outros animais. Roubavam seus ovos também e por esta razão ficou extinto.
Pobre Dodô!
Era manso e paciente e acabou se tornando babá das ninhadas lá no sítio....
Os pintinhos se escondiam embaixo das suas asas pequenas e dormiam tranquilos...
Um dia chega o sítio uma bela gansa viúva chinesa...
Ah! Toda pomposa!
Não deu outra, ele se apaixona...
O galo Barbanabé foi logo dizendo que ele era muito feio, imagina se a chinesinha ía olhar pra ele!
Além do que gansos são diferentes de galinhas e patos que se casam mais de  uma vez.
Daí ele desistiu...Ele era feioso mesmo...
Mas que surpresa! A gansa achou ele tímido, quieto mas nada feioso....
Numa festa os gansos asanhados foram convidar a chinesinha pra dançar...Ela recuvasa todos!
E Dodô sempre afastado...Ela passou então a observá-lo...
Era carinhoso com os pintinhos, era diferente das outras aves.
Percebeu que ele não sabia nadar, que não voava e andava engraçado!
Mas não se aproximava dele...
Ela estava apaixonando-se ? Será?
Ficou até doente....
As outras perceberam....Dona Marreca até queria saber quem era o amor da chinesa gansa...
Foi uma fofoca pra lá e pra cá...
Numa noite de tempestade, com muita chuva o vento arrancou telhas do galinheiro, foi um corre-corre pra se salvarem...
Dodô como era muito prestativo, foi procurar a chinesinha...Ela estava em apuros, presa num poleiro e machucara a patinha...
Dodô foi ajudar, ela apoiou sua cabeça no seu ombro e fechou os olhos.
Eles adormeceram abraçadinhos...
Todos descobriram o amor secreto da gansa chinesa...e até Dodô ficou espantado!
Mas super feliz e até ensaiou uns vôos rápidos...
Hoje existem vários dodôs chineses pelo sítio...
É o amor!

Dodô, ave extinta
Leitura informativa


 Dodô  era um pássaro que vivia nas Ilhas Maurícia, localizada na costa da África.
Esta ave desapareceu no século 17 com a chegada dos colonizadores ao seu habitat.
Parecido com um pombo gigante e um pouco maior que um peru, o dodô pesava cerca de 20 quilos .
Suas penas possuíam variações de cores, sendo geralmente brancas como também com tons de cinza e preto.
Tinha um bico alongado e recurvado na ponta e sua dieta era basicamente a base de peixes, sementes e frutas.
Contendo asas pequenas e frágeis, que foram atrofiando com o tempo, os dodôs perderam a habilidade de voar. Eram aves mansas e inofensivas.
Isto porque os dodôs não tinham predadores naturais nas Ilhas Maurícias.
Existe duas explicações para a etiologia da palavra dodô.
Muitos acreditam que a denominação tenha surgido devido ao canto da ave que era um som de ‘doe-doe’.
Outros afirmam derivar de seu caminhar desajeitado, em português arcaico qualificado de ‘doudo’, ou seja, doido.
Tem mais aqui:


O Guia do Pássaro Dôdo para sobrevivencia a Extinção
Vejam tudo aqui






Link para essa postagem


Um comentário:

  1. Krika querida...Que maravilha resgatar este livro que nos permite discutir sobre a extinção de alguns animais. Além disso que contribuição podemos oferecer para que muitos outros não sejam também extintos.Lembrando que, no livro UM CURUPIRA ATRAPALHADO, fiz questão de incluir vários deles (principalmente os do nosso território).Como sempre ,mais uma postagem perfeita. Mil bjs. Neusinha

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