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Olá amiga(o) ,
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afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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segunda-feira, julho 08, 2013

A cinderela das bonecas>Estímulos literários > 08/07/13

A Cinderela das bonecas - Ruth Rocha

Você costuma desanimar quando as coisas parecem difíceis?
Preste atenção nas histórias de fadas.
Príncipes, princesas, rainhas e reis sempre precisam de coragem, paciência e de esperteza para resolver seus problemas.
Mariana achava que tudo estava perdido...
Vovó Neném tinha certeza de que para tudo existe solução...
A Cinderela das bonecas
Vovó Neném vivia numa casinha muito clarinha, cercada de flores e de passarinhos.
Ela sabia fazer as melhores balas do mundo, daquelas branquinhas que se desmancham na boca... E brigadeiros, daqueles cobertos de bolinhas coloridas, e doces de coco e bolos fofíssimos de chocolate!
Vocês já sabem por que os netinhos de vovó Neném adoravam visitar a avó. E todas as crianças que moravam por perto se consideravam seus netos.
Mas não era somente por causa dos doces gostosos que as crianças gostavam de ir à casa dela.
Vovó Neném era cheia de ideias, estava sempre inventando alguma brincadeira.
Foi ela que ensinou o Beto a jogar bolinhas de gude, ensinou o Catapimba a empinar pipa, ensinou a Mariana a pular corda.
Foi ela que fez a rede da cesta de basquete do Alvinho e ensinou todo mundo a brincar de mímica, de telefone-sem-fio e de pular sela.
Mas o que a vovó fazia como ninguém era contar histórias. Não que ela contasse muito bem, não. É que era uma graça o jeito que ela contava.
- Era uma vez uma menina muito bonitinha, muito boazinha, chamada Chapeuzinho Vermelho. Um dia ela ia andando pela floresta quando encontrou... encontrou... ah! encontrou a Bela Adormecida!
As crianças riam, riam...
- Não, vovó! A história é de Chapeuzinho! Chapeuzinho Vermelho! Ela encontra o lobo!
- Ah, é verdade, que cabeça! O lobo! Isso mesmo, o lobo. Então o lobo bateu na porta com toda força: "Abram, abram já, senão eu vou bufar, eu vou soprar e a casinha vai voar!"
As crianças adoravam:
- Não, vovó, não! A história é de Chapeuzinho Vermelho! Vermelho!
- É claro, é claro! Eu sei muito bem. Vermelho. Então a rainha disse: "Eu quero uma filha que tenha cabelos negros como o ébano, pele branca como a neve e lábios vermelhos! Vermelhos como o sangue!"
As crianças gostavam mais das histórias malucas de vovó Neném do que das histórias certinhas dos livros...
Quando as meninas do bairro resolveram fazer uma festa na casa da Gabriela e um concurso de bonecas, vovó gostou logo da ideia:
- Que bom! Eu adoro festas! Vou fazer bandeirinhas de papel de seda e lanterninhas de papel colorido e balas enroladas em papel celofane...
Todas as meninas ficaram muito assanhadas e trataram de enfeitar muito bem suas bonecas.
No dia do concurso, vovó foi à casa da Gabriela para levar os doces e os enfeites. Mas quando ela passou na casa da Mariana, viu que a menina estava muito triste, sentadinha na rede, com sua boneca no colo.
- Que é isso, Mariana? Você não está enfeitando sua boneca para a festa? - ela perguntou.
Mariana, muito desapontada, mostrou a boneca:
- Ah, vovó, eu nem vou levar a minha boneca na festa. Olha só como ela está feia! Eu pedi pra mamãe comprar uma nova, ela não podia...
- Mas, Mariana, quando os filhos ficam feios ou ficam doentes, a gente não joga eles fora...
Mariana não soube o que responder...
- Olhe, Mariana, avise sua mãe que nós vamos dar um pulinho lá em casa. Pegue seu carrinho, vá.
No caminho da casa da vovó, elas passaram pela casa do Beto. E vovó disse ao Beto uns segredinhos. Vovó Neném era cheia de segredinhos... Mas a gente gostava porque ela tinha um segredinho pra cada um. Então ela disse à Mariana:
-Deixe o seu carrinho um pouquinho com o Beto. Ele está precisando muito. Depois a gente vem buscar...
Assim que as duas chegaram, vovó levou Mariana para o quarto de costura. Mariana sabia que a vovó ia começar com uma conversa que ela gostava muito, que a gente não pode ir só comprando, a gente precisa aproveitar o que tem, consertar, remendar. Ela dizia sempre: "Costura uma vez que te dura um mês, torna a remendar que te durará".
As crianças achavam esta conversa meio chata, elas nem entendiam direito o que vovó Neném estava dizendo. Mas Mariana sabia que a vovó era danada para consertar as coisas. Quem sabe se ela não dava um jeito na boneca?
- Mariana - vovó perguntou - , você conhece a história da Cinderela? Aquela que dormiu durante cem anos?
-Ah, vovó, quem dormiu cem anos foi a Bela Adormecida... A Cinderela é aquela que não tinha vestido pra ir ao baile...
- Puxa, Mariana, parece a sua boneca, não parece?
- Parece sim, vovó! É pena que as fadas não existam mais...
- Mas não existem mesmo, Mariana?
Então vovó começou a abrir os seus baús e de dentro deles foi tirando umas caixas grandes e de dentro das caixas umas caixas menorzinhas e as caixinhas eram todas cobertas de papel brilhante, uns cheios de estrelinhas, outros cheios de bolinhas e outros cheios de coloridos.
E de dentro de cada caixa e de cada caixinha e de cada baú foram saindo os guardados da vovó: fazendas transparentes e rendadas, colares de miçangas, galões dourados, botões de cristal...
Novelos de seda, pedrarias coloridas, plumas de avestruz...
E uma cabeleira de cabelos loiros e sapatinhos de cetim, e tanta, tanta coisa linda e diferente, que Mariana achou que o baú de vovó Neném mais parecia o baú de uma fada!
Com a caixa de pinturas, vovó retocou o rosto da boneca, que foi ficando tão bonito que parecia novo.
E pôs na cabeça a cabeleira de cachos sedosos e dourados que ela tinha encontrado no baú.
E das mãos mágicas da vovó começou a sair uma porção de maravilhas: vestido brilhante, capa de
lantejoulas, sapatinhos bordados, coroinha de princesa.
Enquanto ia trabalhando, vovó Neném ia conversando sobre aquelas coisas que ela gostava tanto de conversar, de como é importante guardar as coisas e conservá-las e usá-las de novo, mas desta vez Mariana não estava achando nada chato, pelo contrário!
Ela agora estava entendendo tudinho que a vovó dizia.
Quando a boneca ficou pronta, Mariana bateu palmas.
- Puxa, vovó! Você é uma fada!
- Ainda falta alguma coisa, Mariana. Chapeuzinho Vermelho foi ao baile de carruagem... Cadê o seu carrinho?
Mariana começou a rir, adorando a brincadeira.
- Não foi a Chapeuzinho, vovó, foi a Cinderela! O meu carrinho ficou na casa do Beto. Eu vou já buscar!
Mas no que Mariana chegou na porta, o Beto vinha chegando com o carrinho, que ele tinha consertado, tinha pintado e tinha enfeitado com umas flores que Mariana adivinhou que eram do baú da vovó.
Mariana gritou, animada:
- Venha ver, venha ver, vovó. Você não pode imaginar o que o Beto vem trazendo!
- Posso sim, posso sim... As fadas podem tudo! - disse a vovó sorrindo.
- Pronto! - disse a vovó. - Agora a mágica está completa. Escute só mais uma coisinha. A gente não pode desanimar quando as coisas estão difíceis. Se você prestar atenção nas histórias, você vai ver que todas as princesas precisaram coragem, de paciência e de esperteza para conseguir sair dos seus problemas... Vá para a festa, minha filha. E leve a sua Branca de Neve.
- Branca de Neve? - riu-se Mariana. - Este não é o nome da minha boneca, não!
Quando Mariana chegou, a festa estava animada. Cada menina, orgulhosa, mostrava a sua boneca. Todas as meninas correm para falar com Mariana:
- Mariana, Mariana, como é o nome da sua boneca?
- Minha boneca? Minha boneca se chama Cinderela, é claro...



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