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Olá amiga(o) ,
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"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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quarta-feira, setembro 05, 2012

Eleição na mata> Sugestões de textos> Atividades>Cordel>05/09/12

ELEIÇÃO NA MATA



Era uma vez uma floresta, não uma floresta qualquer, mas uma grande floresta, com árvores altíssimas e tantos tipos de plantas que nem os cientistas muitos estudiosos conheciam.
Havia um rio cheio de pedras que formavam cachoeiras enormes de onde o pôr-do-sol parecia um quadro pintado por um pintor daqueles bem famosos, de nome bem complicado.
O sol descia devagarzinho entre as montanhas que ficavam lá pro lado de lá do rio, enquanto os bichos pareciam fazer silêncio pra observar.
Ah, os bichos... Nesta floresta viviam muitos bichos em paz!
Um dia, os bichos da floresta resolveram fazeri uma eleição para eleger o rei da mata.
Os pássaros voaram para todos os lados para espalhar a novidade.
Os jacarés se arrastavam desajeitados para a beira do rio querendo conhecer os candidatos.
Os leões, os hipopótamos e os rinocerontes fizeram vários comícios para convencer os bichos a votarem neles.
A macacada agitada de galho em galho, às vezes batia palmas para um ou outro candidato.
Os coelhos pulavam de lá pra cá e de cá pra lá, muito alegres, porque foram escolhidos para serem os fiscais.
No dia da eleição, os sapos, os patos e as araras fizeram a propaganda.
As girafas olhavam tudo lá de cima e balançavam a cabeça aprovando.
Os elefantes foram escolhidos para anunciar o resultado.
Sabe quem venceu a eleição?
Você e seus colegas é que vão dizer. Cada um deve votar em um animal.
Depois, é só contar os votos e saber quem é o rei da mata!
Marco Antonio Hailer
Maria Fernandes Cócco






Converse com os alunos sobre a história.
Pergunte: Por que a floresta não era uma floresta qualquer?
Por que vocês acham que o pôr-do-sol parecia um quadro pintado por um pintor daqueles bem famosos? Vocês conhecem algum pintor famoso?
Por que eles resolveram eleger o rei da mata?
O que os macacos faziam?
E os coelhos?
Os sapos, os patos e as araras fizeram a propaganda, vocês sabem o que é uma propaganda?
A partir das discussões com os alunos sobre a história, proponha uma eleição.
Professor monte uma urna com uma caixa de sapatos e peça para que os alunos votem no rei da mata.
Finalizada a votação, explique para os alunos que eles deverão escolher 3 colegas da turma que farão o papel dos elefantes na história.
Eles contarão os votos e depois anunciarão o resultado.






Vejam aqui outra versão semelhante com ilustrações:






A ELEIÇÃO DA BICHARADA - A FÁBULA
(Hull de La Fuente)
A floresta estava animada ante a possibilidade de reeleger o jabuti Tonhão no cargo de chefe da prefeitura.
A panfletagem corria solta, não havia regra que fosse obedecida. A câmara de vereadores havia criado uma lei proibindo o uso das árvores para a colocação de cartazes. Mas o presidente da câmara era o macaco Juracy, ele e seus primos Serjão e Pançudo, eram os que mais desobedeciam.
Durante a noite a macacada saia pregando cartazes de galho em galho, nas mais altas árvores e até nos coqueiros, pra desespero das araras e papagaios, pois Serjão, de propósito os colava em cima dos cachos de cocos, impedindo que as aves pudessem comê-los.
Por conta disso, a arara Araci, vereadora em final de mandato, apresentou um projeto propondo a mudança da lei eleitoral. Nas próximas eleições, quem descumprisse a norma, ou seja, quem colasse cartazes em locais impróprios, teria o registro da candidatura cassado.
Mas Juracy, Serjão e Pançudo, não estavam nem aí pras norma. Eles partiam do princípio de que lei era pra ser transgredida, e transgressão era brincadeira, diversão. Nenhum bicho tinha sossego quando eles estavam por perto.
A onça Filomena era uma de suas principais vítimas. Eles adoravam puxar o rabo e meter o dedo nos orifícios da onça, quando ela se distraia. A onça odiava as molecagens dos macacos e contra eles havia feito vários BO na DB, (boletim de ocorrência na Delegacia dos Bichos).
Decidida a mudar o estado de anarquia na floresta, Filomena resolveu se candidatar a uma vaga na câmara, pois onça que se preza não permite que macaco ou qualquer outro bicho cutuque seus orifícios.
Mas eram tantos os concorrentes, que o tribunal eleitoral florestal determinou que, a única maneira de selecionar os melhores, seria através do terrível teste da pimenta. Sairia candidato quem fosse capaz de comer uma bacia de pimenta malagueta, sem protestar.
Durante um mês inteiro, todas as manhãs, dois ou três candidatos seriam postos à prova.
Durante o “banquete” de pimentas, nenhum dos candidatos podia soprar ou puxar ar pra dentro da boca e nem beber água, sob pena de ser desclassificado. Era uma prova difícil e ardida.
A onça Filomena não se deixou intimidar, era melhor comer pimenta do que ser acordada no melhor do sono, com as cutucadas dos macacos. Junto com ela concorria o próprio macaco Juracy, pela quinta vez candidato do PCO, Partido Contrário à Ordem.
A floresta foi avisada da preliminar de pimenta. A fauna inteira acorreu ao evento. Afinal, pimenta na boca dos outros é refresco. Ninguém queria perder o ardente espetáculo, por nada da floresta.
Foi instituída uma comissão para julgar quem seria o vencedor. E fiscais foram designados pra evitar tramóias.
Juracy e seus primos, sabendo da seriedade da onça Filomena, escritora renomada, membro da AFLB, Academia Florestal de Letras da Bicharada, e benemérita social, tinham certeza de que ela venceria. Então combinaram entre si, tumultuar o teste a fim de confundir os integrantes da referida comissão.
A primeira providência deles foi saber quem fazia parte da tal comissão. Quando os macacos tiveram em mãos a lista com os nomes, deram piruetas pelos galhos, soltando gritos de alegria. Não ia ser difícil negociar com eles. E num hotel da floresta, na calada da noite, tudo foi arranjado com os integrantes da comissão.
O presidente da comissão era o bode Josué, famoso pelo bafo de pinga e alho. Ninguém suportava ficar muito tempo perto dele por causa do cheiro. Contava-se na floresta que seu fedor vinha desde a infância. Sua mãe tinha o hábito de passar alho nas tetas antes de amamentá-lo. Ela fazia isto porque o bode tinha a mania de fugir para roubar coisas nas fazendas próximas, deixando-a preocupada. Mas com o cheiro que exalava dele, ela podia encontrá-lo até no escuro.
Além do mau cheiro, o bode Josué era corrupto. O que, segundo a opinião da onça Filomena, completava seu caráter de chifrudo.
O segundo integrante era Mané Furafura, o tatu canastra, também beberrão e pertencente a uma numerosa família de tatus-sem-terra. Sabia-se que o avô de Mané Furafura tinha um pedaço de terra, mas não trabalhava nela: por preguiça, a família preferia comer a terra do jeito que estava. Improdutiva. Os tatus sem-terra, além de predadores do solo eram dados à prática de terrorismo em propriedades da região. O macaco Juracy sabia que eles vendiam a alma por dinheiro, Foi fácil comprá-los.
O terceiro integrante era o tamanduá João Dirceu, ex-deputado florestal, do PDM – Partido de Defesa da Mata. Sua grande contribuição, quando deputado, foi a criação da LEP, - Lei do Engarrafamento do Pum, que obrigava a todos a armazenar os puns que depois eram desengarrafados no meio dos redemoinhos. A fedentina tinha por fim afugentar os mosquitos, mas não só eles. Muitos animais preferiam enfiar a cara na areia ou buscavam refúgio em outras partes, nos dias de redemoinho, pra não ver e não sentir o que se passava na república da floresta.
O tamanduá tinha fama de violento e corrupto. Contra ele havia um processo movido por sua ex-companheira, por agressão física. Contava-se também que ele mantinha um caso com a anta Jacobina com quem estava formando uma nova espécie de animais corruptos e pouco inteligentes. Também foi fácil comprá-lo, concluiu o macaco Juracy.
O quarto e último integrante era um velho tigre banguela, fugido de um circo italiano e refugiado na floresta há muitos anos. Ele era o presidente do conselho de anciões. Era o sábio conselheiro da floresta. Ninguém fazia nada sem consultá-lo antes. Luigi era o seu nome. Tinha sido casado com uma jaguatirica espevitada que depois o abandonou por um domador argentino, com vocação a gigolô.
O tigre tinha um problema, porém. Ele era o maior colaborador da LEP - Lei de Engarrafamento do Pum. Sua flatulência era conhecida além da floresta. Ao mesmo tempo em que os animais buscavam aconselhamento com ele, expiavam seus pecados, pois a cada levantada de perna do tigre, o ar ficava irrespirável.
Os macacos concluíram que Luigi, apesar de honesto, não seria problema durante a prova, pois o velho tigre dormia quase o tempo todo, mesmo rodeado de barulho.
No dia da prova, na hora combinada, o esperto Juracy e seus primos se posicionaram em volta de uma das bacias com pimentas. Filomena chegou no seu passo bamboleante e calmo e também se sentou diante da segunda bacia. A bicharada gritava e aplaudia. Filomena olhou para a comissão julgadora e cumprimentou cada um dos membros com um aceno de cabeça. Diante da educação da onça, Juracy pediu silêncio alegando que precisava fazer um comunicado importante. A permissão foi dada e ele falou:
_ Senhores e senhoras! A concorrente já chegou cumprimentando a comissão. Isto não está certo! Por isto, eu peço para que os meus primos fiquem aqui do meu lado. Eles me darão apoio moral caso a onça Filomena tente algum truque. Afinal esta é uma prova muito difícil. Eu conto com a simpatia de todos vocês, minha gente da floresta! E parodiando um antigo animal político de outra floresta, saiu-se com esta frase de efeito: “Não me deixem só”!
Os aplausos e assovios foram ouvidos e alguns animais mais exaltados entoavam o seguinte refrão:
O macaco é companheiro
Trabalha com devoção
Não é amigo da onça
Ele tem boa intenção.
Filomena assistiu a manifestação na mais absoluta indiferença. A gritaria foi silenciada pelo bater do gongo. A onça lançou seu lindo e misterioso olhar sobre a bicharada e sobre o adversário Juracy, o macaco Pançudo ficou entre os concorrentes de olho nas bacias de pimenta. Serjão, na qualidade de porta voz do primo Juracy, de frente pra comissão não parava de adverti-los sobre a lisura da prova.
Foi dada a ordem para começar. A onça baixou a cabeça, abocanhou a primeira porção e começou a mastigá-la. Juracy encheu as mãos de pimenta, meteu algumas na boca, engoliu-as sem mastigar e disse pra onça:
_Dona onça! A senhora não pode fazer sviiiupss!!! – E chupava o ar pra dentro da boca – Se a senhora fizer sviiiupss!!! A senhora vai ser desclassificada...
E assim ele fez durante toda a prova.
Enquanto ele dizia isto seu primo Pançudo tirava pimentas da bacia dele e a pretexto de incentivar a onça, gritava palavras de ordem:
Vamos Filomena! Vamos Filomena! Coma tudo! Não deixe cair pimentas, não sopre! Não puxe ar pra boca!
E metia as pimentas que tirava de Juracy, na bacia da onça.
O júri se “distraiu” com a “macacada” dos macacos e foi deixando a prova seguir enquanto Juracy comia poucas pimentas e, a pretexto de ensinar como é que onça não devia fazer, puxava o ar pra boca o tempo todo.
E assim, saiu-se muito bem, pois além desta tramóia, mais da metade de suas pimentas passaram pra bacia de Filomena, graças ao auxilio dos primos e da comissão.
Filomena comeu em silêncio e com muita dignidade, mas lágrimas de dor escorriam por sua cara. Ao final, entre os apupos da fauna e a molecagem dos macacos que pulavam em torno dos competidores, o bode Josué anunciou que a competição tinha sido empatada.
Segundo suas palavras, os candidatos haviam se portado igualmente, portanto nada mais justo do que a homologação das candidaturas por parte do tribunal eleitoral florestal.
O macaco Juracy foi carregado nos ombros de vários animais do PCO.
Durante a passeata, vários integrantes das coligações fizeram questão de carregá-lo às costas. Entre eles, a anta Jacobina, que desfilou acompanhada de duas das suas criaturas mutantes, filhos do estranho relacionamento com o tamanduá João Dirceu.
A onça sofreu e viu toda a manobra dos habitantes da floresta. Saiu dali com a certeza de que a fauna gostava mesmo era da desordem, do roubo, do desrespeito às outras criaturas que não compactuavam com a anarquia reinante.
Que fosse reeleito o jabuti Tonhão, que fosse reeleito o macaco Juracy. A fauna assim decidira.
Não adiantava convocar observadores vindos de outras partes, pois sua tão querida floresta era motivo de gozação no restante do mundo, a imprensa internacional vendia muito jornal e revistas, tudo à custa da sua querida floresta.
A vontade dos animais era soberana. Estava lá na carta magna florestal.
Haveria mudança algum dia?




Eleições na floresta



Caso cômico foi o que aconteceu no dia do lançamento da candidatura do Papagaio Louro à Administração Geral da floresta.



A clareira onde os bichos faziam suas reuniões foi tomada por um bom número de ouvintes, curiosos pela plataforma política do candidato.
Depois, a luta estava no seu ponto mais alto, nervosa e empatada entre os dois únicos candidatos àquele honroso cargo: o já citado Papagaio Louro e a senhorita Galinhoca, presidente do C.F.C (Clube Feminino da Floresta).
Como se disse antes, a preferência do eleitorado não estava definida.
Os bichos ouviam por ouvir ambas as partes, para mais tarde cada qual escolher o que mais lhe conviesse.
Naquele dia, a bicharada ouviria Papagaio Louro. O comício da candidata Galinhoca havia sido um escândalo, por que no momento em que ia falar, fez um esforço tão grande, que não é que botou um ovo?
A expectativa do discurso do Papagaio Louro era, portanto, de consagração final.
Foi sob aplausos que o candidato subiu no palanque, que era um toco velho, e pigarreou para limpar a garganta e silenciar os ouvintes.
Como o pigarro continuasse, pediu uma cuia de água, nascente ali por perto.
O Macaquildo, excelente garçom, trouxe ao candidato a sua cuia com água tão fresquinha que parecia gelada.
O orador bebeu – a toda de uma vez. Logo sorriu para a platéia, testou novo pigarro e começou:
- Meus queridos bichos – purutaco – as aves e insetos da nossa floresta – purutaco. Eu hic – pupu – hic – rutaco – espero – hic - ... e, indo assim por diante. Foi provocando um festival de gargalhadas, porque o Papagaio Louro pegou num soluço de não sair do pupu – hic – rutaco – hic, etc.
Os adversários aproveitaram a ocasião para empatar o eleitorado em suas preferências.
O Papagaio não mais se recuperou e, por levar tantos tapinhas nas constas, quase foi parar no hospital.
Como terminou a história?
Assim: sendo os candidatos incompetentes, foi eleito em caráter excepcional o Canarinho da Terra que, mesmo não fazendo nada, já estaria contribuindo, e muito, com seus belos trinados de notável canto.
Wagner Antônio Calmom Ferreira



Atividades
1- “Caso cômico foi o que aconteceu no dia do lançamento da candidatura do Papagaio Louro à Administração Geral da floresta.”
A palavra sublinhada acima significa:
( ) ruim ( ) triste ( ) assustador ( ) engraçado
2- No momento do discurso, a senhorita Galinhoca:
( ) esforçou – se tanto que botou um ovo.
( ) falou demos e não sabia como falar.
( ) cacarejou alto para silenciar os ouvintes.
( ) soluçou muito, incomodando as pessoas.
3- O discurso do Papagaio Louro foi:
( ) triste ( ) engraçado ( ) longo ( ) convincente
4- Assinale a alternativa que apresenta a idéia principal do texto:
( ) A eleição para a escolha do presidente do Brasil em 2006.
( ) A eleição para a Administração Geral da Floresta.
( ) O protesto da bicharada contra o rei leão.
5- “ Eu hic – pupu – hic – rutaco – espero – hic...”
Por que o papagaio estava falando dessa maneira?
6- Por que o papagaio foi levado ao hospital?
7- No final da história não foi eleito nem o Papagaio Louro e nem a dona Galinhoca. Quem assumiu o cargo. Por quê?
8- Ele subiu no palanque, pigarreou, pediu água. Imediatamente
As palavras que dão seqüência a essa frase são:
( ) assustou – se com a platéia.
( ) começou a chorar.
( ) bebeu toda a água.
( ) parou de falar.
9- Leia o seguinte trecho do texto:
“ Os adversários aproveitaram a ocasião para empatar o eleitorado em suas preferências.”
Reescreva esse trecho no singular:
10- Encontre no texto:
a) Um nome próprio no 1º parágrafo: _______________________
b) Uma palavra que rima com jeitosa no 2º parágrafo: _________
c) Sinônimo de antigo no 5º parágrafo: ______________________
d) Palavra com lh no 7º parágrafo: _________________________
e) Antônimo de competente no 10º parágrafo: _________________
11- O Papagaio Louro se enrolou no seu discurso, pois estava com soluço. Pense e escreva um bonito discurso para o papagaio. Não se esqueça da pontuação adequada.






Cordel
ELEIÇÃO NA FLORESTA - O Jabuti é o Novo Rei!!!



Numa floresta distante
Pelo homem não tocada
Regime de monarquia
Que vivia a bicharada
O Leão sempre foi rei
Nenhuma mudança aceitava
Dizem que o rei leão



Com gemido assustava
Sempre ditando as regras
E Todo bicho aceitava
Pelo regime da força
A selva sempre governava



Muitos anos se passaram
Sem nenhuma solução
Muitos bichos descontentes
Com o governo do leão
Resolveram se juntar
Pra falar de uma eleição



Vejam o cordel completo aqui:





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