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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
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Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
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Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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terça-feira, novembro 20, 2012

Marcelo,marmelo,martelo> O dono da bola > Estímulos esportivos e literários>Gramática>20/11/12

Marcelo,marmelo,martelo
e outras histórias
Ruth Rocha
O dono da bola

Essa história fala sobre um menino que se chamava Carlos Alberto que não tinha amigos pois ele não deixava ninguém brincar com seus brinquedos.
Jogava futebol em um time, jogavam com bola de meia pois só Carlos tinha uma bola de couro mas ele não dexava ninguém jogar.
Até que um dia ele saiu do time e foi procurar outro, ele encontrou, mas eles não aceitaram pois Carlos não tem espírito esportivo.
Carlos Alberto queria emtrar em seu time novamente para jogar futebol, deixava jogar com sua bola de couro, eles deixaram ele entrar pois queriam ele no time não a bola.
Treinaram,treinaram e treinaram....
Até que um dia eles participaram de um campeonato e ganharam e ficaram felizes .
A história....
Este é o Caloca.
Ele é um amigo legal. Mas ele não foi sempre as- sim, não.
Antigamente ele era o menino mais enjoado de toda a rua.
E não se chamava Caloca. O nome dele era Carlos Alberto.
E sabem por que ele era assim enjoado?
 Eu não tenho certeza, mas acho que é porque ele era o dono da bola. Mas me deixem contar a história, do começo.
Caloca morava na casa mais bonita da nossa rua.
Os brinquedos que Caloca tinha, vocês não podem imaginar!
Até um trem elé- trico ele ganhou do avô.
E tinha bicicleta, com farol e buzina, e tinha tenda de índio, carri- nhos de todos os tamanhos e uma bola de futebol, de verdade. Caloca só não tinha amigos.
Porque ele brigava com todo mundo. Não deixava ninguém brincar com os brinquedos dele.
Mas futebol ele tinha que jogar com a gente, porque futebol não se pode jogar sozinho.
O nosso time estava cheio de amigos.
 O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
 Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. Era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
 — Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
— Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
 — Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E, assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro.
A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
 — Se eu não for o capitão do time, vou embora!
— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
 — Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino. Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
— A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
 — Pois é isso mesmo!
 — disse o Beto, zangado.
 — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
 — Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Todas as vezes que o Carlos Alberto fazia isso, ele acabava voltando e dando um jeito de entrar no time de novo. Mas, daquela vez, nós estávamos por aqui com ele.
A primeira vez que ele veio ver os treinos, ninguém ligou.
Ele subiu no muro, com a bola debaixo do braço como sempre, e ficou esperando que alguém pedisse para ele jogar. Mas ninguém disse nada. Quando o Xereta passou por perto, ele puxou conversa:
— Que tal jogar com bola de meia? Xereta deu uma risadinha:
— Serve...
Um dia, nós ouvimos dizer que o Carlos Alberto estava jogando no time do Faz-de-Conta, que é um time lá da rua de cima. Mas foi por pouco tempo.
A primeira vez que ele quis carregar a bola no melhor do jogo, como fazia conosco, se deu muito mal...
O time inteiro do Faz-de-Conta correu atrás dele e ele só não apanhou porque se escondeu na casa do Batata.
Aí, o Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. A gente passava pela casa dele e via.
Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não agüentou mais. Apareceu lá no campinho.
— Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.
 — Nós não queremos sua bola, não.
 — Ué, por quê?
 — Você sabe muito bem. No melhor do jogo você sempre dá um jeito de levar a bola embora.
 — Eu não, só quando vocês me amolam.
 — Pois é por isso mesmo que nós não queremos, só se você der a bola para o time de uma vez.
 — Ah, essa não! Está pensando que eu sou bobo?
E Carlos Alberto continuou sozinho. Mas eu acho que ele já não estava gostando de estar sempre sozinho. No domingo, ele convi- dou o Xereta para brincar com o trem elétrico.
Na segunda, levou o Beto para ver os peixes na casa dele.
Na terça, me chamou para brincar de índio. E, na quarta, mais ou menos no meio do treino, lá veio ele com a bola debaixo do braço.
— Oi, turma, que tal jogar com uma bola de verdade? Nós estávamos loucos para jogar com a bola dele. Mas não podíamos dar o braço a torcer.
— Olha, Carlos Alberto, você apareça em outra hora. Agora, nós precisamos treinar
— disse Catapimba. — Mas eu quero dar a bola ao time.
De verdade! Nós todos estávamos espantados:
— E você nunca mais pode levar embora? — E o que é que você quer em troca?
— Eu só quero jogar com vocês...
Os treinos recomeçaram, animadíssimos.
O final do campeonato estava chegando e nós precisávamos recuperar o tempo perdido. Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou. A gente gritava:
— Viva o Estrela-d'Alva Futebol Clube!
— Viva!
 — Viva o Catapimba!
 — Viva!
 — Viva o Carlos Alberto!
— Viva! Então, o Carlos Alberto gritou:
 — Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!
Faça de conta que Caloca tinha um diário.
 Escreva o diário do Caloca.
E conte como é que o Caloca se sentia, desde que ganhou a bola até que deu a bola ao time.
Você já deu alguma coisa sua a seus amigos
Parte B - Compreensão do texto: Caloca
1. O conto que você leu é um conto de artimanha, pois apresenta personagens que se valem de artimanhas para levar vantagens em alguma situação.
Cite qual é o personagem principal desseconto.
2. Você poderia diferenciar Caloca dos demais meninos?
3. Entre os brinquedos citados a bola era diferente. Por quê?
4. Caloca possuía muitos e variados brinquedos. O que faltava para Caloca? Por quê?
5. Os meninos da rua eram muito amigos. O que faltava para eles?
6. Caloca não deixava ninguém brincar com os brinquedos dele. Que nome você daria a essa atitude?
7. Sempre que o juiz marcava qualquer falta do Caloca ele desistia de jogar e os outros meninos pediam para ele ter “espírito esportivo. O que é ter “espírito esportivo”?
8. Caloca é um apelido. Qual era o verdadeiro nome de Caloca?
Parte C - Gramática
9. A letra é a representação dos fonemas na escrita. Escreva quantos fonemas há em cada palavra abaixo.
a) tamanhos: __________
b) avô: ________________
c) esportivo: ____________
d) meia: _______________
e) gritava: ______________
10. As sílabas formam as palavras. Separe as sílabas das palavras abaixo:
a) embora: __________________
b) qualquer: ________________
c) berrava: _________________
d) tamanhos: _______________
e)carrinhos: ________________
11. Todas as palavras abaixo possuem encontro vocálico. Classifique essas palavras escrevendo- as na coluna correta.
rua - ganhou - índio - deixava - cheio- coisa - couro - juiz - meu - acontecia
Ditongo Tritongo Hiato
12. Circule no 2º parágrafo as palavras com encontro vocálico.
13. Ditongo é o encontro de duas vogais na mesma sílaba. Defina hiato.
14. Das palavras abaixo quais são ações? Marque com um x.
a) ( ) esportivo
b) ( ) brincava
c) ( ) marcava
d) ( ) acontecia
15. Troque as palavras grifadas por sinônimos.
Caloca mora na casa mais bonita da rua.
Comunicação escrita.
Abaixo temos os ingredientes de uma receita do Coelho Felpo Filva.
Crie um texto instrucional dessa receita.
Bolinhos de Chocolate.
½ lata de leite condensado
150g.de farinha láctea
100g.de chocolate em pó.
Escreva como se prepara essa receita.
Aqui tem mais:
APRENDER A CONVIVER? ISSO NÃO É FÁCIL NÃO!
Aula completa aqui

Vejam mais aqui:
Link do livro também:
http://linguagemeafins.blogspot.com.br/2012/11/marcelomarmelomarteloteresinha-e.html






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