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Olá amiga(o) ,
Fui professora dos projetos "Estímulo À Leitura",
"Tempo Integral" e a favor da leitura lúdica,
afinal, quer momento mais marcante que a fantasia da vida?
Portanto, será um prazer receber sua visita em mais um blog destinado a educação.
Nele pretendo postar comentários e apreciações de materiais didáticos de Língua Portuguesa, além de outros assuntos pertinentes, experiências em sala de aula, enfocando a interdisciplinaridade e tudo que for de bom para nossos alunos.
Se você leu, experimentou, constatou a praticidade de algum material e deseja compartilhar comigo,
esteja à vontade para entrar em contato.
Terei satisfação em divulgar juntamente com seu blog, ou se você não tiver um, este espaço estará disponível dentro de seu contexto.
Naturalmente, assim estaremos contribuindo com as(os) colegas que vêm em busca de sugestões práticas.
Estarei atenta quanto aos direitos autorais e se por ventura falhar em algo, por favor me avise para que eu repare os devidos créditos.
Caso queira levar alguma publicação para seu blog, não se
esqueça de citar o "Linguagem" como fonte.
Você, blogueira sabe tanto quanto eu, que é uma satisfação ver o "nosso cantinho" sendo útil e nada mais marcante que
receber um elogio...
Venha conferir,
seja bem-vinda(o)
e que Deus nos abençoe.
Krika.
30/06/2009

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sábado, janeiro 19, 2013

Bibi vai para a escola > Família > Escola > Estímulos literários > 19/01/13




Bibi vai para a escola
Alejandro Rosas


Bibi não queria saber de ir para a escola.
Pensava que não ia gostar de nada por lá.
Mas já no seu primeiro dia de aula, teve uma agradável surpresa...
 Ele conta a história de uma menininha que chorou muito quando chegou na escola pela primeira vez.
Mas depois, quando começa a brincar com os amigos e a fazer diversas atividades na escola acaba gostando e querendo voltar logo no dia seguinte.
O mesmo aconteceu com muitas crianças!

E chegou o dia.
O primeiro dia de escola.
Quando cheguei à minha classe,
vi um monte de crianças
que nunca tinha visto.

 Você lembra de seu primeiro dia na escola?
Quantos anos você tinha?
Lembra das pessoas que o/a receberam?
Dos cheiros?
Dos barulhos?
Dos sabores e dos saberes?
Lembra do que fez nesse primeiro dia? Chorou?
E seus colegas, como reagiram?
E a professora, o que propôs para tornar mais leve e prazeroso esse momento?
Ao lembrar dessas coisas, certamente você deve estar avaliando o quanto esse ingresso pode ter sido decisivo para a sua relação com a escola e com o conhecimento e para a continuidade de sua escolaridade.
Mesmo muitas crianças tendo frequentado a pré-escola, sabemos que a expectativa em relação ao ingresso no ensino obrigatório é muito diferente.
Embora diversas instituições de educação infantil antecipem o trabalho de escolarização, aquele ainda parece ser o espaço da brincadeira, da imaginação e da liberdade.
Basta entrar em uma sala de educação infantil e em uma classe de ensino fundamental para sentir a diferença.
 A escola de ensino fundamental transforma a criança da educação infantil em aluno, enquadrando-a em seus horários, espaços, materiais, ritos, conteúdos, grades, metodologias, atividades, planejamentos e avaliações.
Na grande maioria das vezes, ao ser matriculada no ensino fundamental, a criança se obriga a deixar a infância na porta da escola e "vestir-se" de aluno.
Criança representa uma categoria identificada pela idade.
Ela vive um momento específico do desenvolvimento humano, no qual aprende a brincar, falar, andar e interagir no meio em que vive.
Já a infância é uma categoria social, marcada pelo tempo de ser criança, que varia de acordo com as diferentes culturas, classes sociais e histórias pessoais de cada uma e de cada família.
Você acha possível aprender com as crianças?
Passe a observá-las melhor nas brincadeiras ou nas atividades que você propõe; observe-as também nos momentos de recreio, quando chegam à escola e quando saem dela, após o final de semana, depois das férias...
Converse com elas, permita que interajam com os colegas, narrando suas experiências e falando de seu cotidiano em casa e na comunidade.
 Conte histórias da sua própria vida, de quando você tinha a idade delas, de como era a escola que você freqüentou, de como foi a sua experiência escolar.
As crianças gostam muito de ouvir as histórias de infância dos adultos, relacionando-as com suas próprias.
Esse é um momento em que adultos e crianças se encontram, como se vivessem coisas comuns em um mesmo tempo.
Outra boa estratégia para atingir as crianças, e ao mesmo tempo conhecê-las e propiciar-lhes autoconhecimento, é ler historias que falam de crianças como elas.
Nesse sentido, os livros citados acima muito podem contribuir, pois o autor, ao apresentar uma Bibi que precisa tomar suas primeiras decisões - tendo como referência suas três filhas -, apresenta-nos uma criança típica da faixa etária com a qual o professor do primeiro ano do ensino fundamental vai trabalhar a partir de agora.
Bibi, que é a própria narradora das três histórias, apresenta ao leitor, por meio de uma linguagem e um desenho tipicamente infantil, algumas das problemáticas vividas pelas crianças de seis ou sete anos.
Como me separar de meus pais e dormir em outra cama?
Como aceitar cortar meus cabelos se eles representam muito do que sou?
Como enfrentar os meus medos ao ingressar em um ambiente estranho e "malfalado" por aqueles que o freqüentam, como é a escola?
Converse com seus alunos sobre esses e outros dilemas vividos por eles.
Proponha que, em grupos, representem, em forma de teatro ou com fantoches, as situações experimentadas por Bibi e outras vividas por eles.
Para pensar nas crianças de seis anos é preciso, em primeiro lugar, vê-las como integrantes de uma cultura em desenvolvimento.
Quando ingressam no ensino fundamental, aos seis anos, as crianças se encontram como Bibi, em pleno desenvolvimento físico e motor, construindo sua corporeidade e seus movimentos, formando sua identidade, ao mesmo tempo em que aprendem sobre o mundo e se inserem na cultura. Também como Bibi, as crianças dessa faixa etária estão construindo sua autonomia, sua independência, estabelecendo laços afetivos e sociais.
As funções mentais, como memória, percepção e imaginação, e a função simbólica ainda se encontram em construção.
O pensamento verbal e as múltiplas linguagens estão se estruturando.
Com tais especificidades, as crianças de seis anos precisam brincar, interagir com adultos e outras crianças, explorar e experimentar os objetos do mundo físico social, vivenciar situações em que sua imaginação seja desafiada, imitar e repetir ações por livre iniciativa e, sobretudo, ainda precisam de cuidados básicos, de afetividade e de aconchego.
Aos poucos, à medida que avançam no processo de construção da inteligência e de inserção na cultura, demandam tarefas mais complexas que, progressivamente, vão se tornando capazes de desenvolver.
http://sites.aticascipione.com.br/letramento/artigos.asp?id_artigo=1&num_pagina=2
Site da Bibi com atividades interativas
Atividades tendo como mascote a Bibi
PROJETO FAMÍLIA E ESCOLA



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2 comentários:

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